Este quadro denominado de "O Algoz Mostra a Cabeça de S.João Baptista a Herodes", foi realizado por Bernardino Luini, pintor italiano nascido em Luini tendo falecido em Milão por volta de 1532.O quadro é têmpera sobre madeira, tem as dimensões de 51x58 cm, pode ser visto em Florença e nele podemos ver a cabeça do malogrado João Baptista ao ser colocada numa taça para que a pérfida Salomé a entregue a Herodes.O mais estranho nesta obra é que Luini em vez de nos apresentar uma cena de horror, tratou o assunto com toda a calma, decoro e até algum humor apesar de toda a cena ser muito macabra.O único gesto que podemos ver que mostra que estamos perante uma cena muito triste é através do olhar de Salomé que muito pudicamente desvia o seu olhar da cabeça do santo, procurando com isso evitar este espectáculo sangrento, mostrando assim alguma repugnância ou algum choque perante o facto consumado.Podemos também ver que Luini estava mais interessado em equilibrar muito harmoniosamente os elementos da pintura, do que ilustrar um acontecimento da vida real, dedicando-se à representação de Virgens e de Santos.De facto, o drama a tensão não estão incluídos no esquema da sua expressão pictórica.O estilo de Bernardino Luini foi inteiramente condicionado por Leonardo Da Vinci, que na altura tinha vindo para Milão em 1483.Embora Luini nunca tivesse conseguido igualar o a profunda análise de carácter e de sentimento do grande Leonardo da Vinci, as suas imitações das obras daquele artista tornaram-no num dos pintores milaneses mais célebres da sua época.
O meu Blogue é um pouco de mim.Procuro através dele transmitir os meus gostos e as minhas ideias.Escreverei sobre aquilo que me vai na alma tendo sempre presente a máxima de Aristóteles que num belo dia disse: "Somos aquilo que fazemos consistentemente.Assim, a excelência não é um acto mas sim um hábito". O nome do meu Blogue é uma homenagem que faço a essa grande pintora do século XVI que foi Artemisia Gentileschi. Que Vivas para sempre Minha Deusa da pintura!
sábado, abril 28, 2012
quinta-feira, abril 26, 2012
Due Paradise
Vê e surpreende-te com a perfeição, a estética, a harmonia e a beleza deste duo maravilhoso!
Lindo,lindo, lindo!
http://www.youtube.com/watch_popup?v=jJxxHvWwQBw&vq=large
Lindo,lindo, lindo!
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quarta-feira, abril 25, 2012
O Meu 25 de Abril
Resolvi comemorar os 38º anos do 25 de Abril de 74...cozinhando.Já fiz croquetes.Estão no congelador.Só falta mesmo é desgrudar do prato e colocar num saquinho . Já dá para uma emergência. Resolvi também fazer lulas guisadas para o jantar e de uma acentada (aproveitando o fogão...que a eletricidade está cara para caramba..) deitei mãos à obra e fiz dois bolos.Um de nozes outro de amêndoa.No intervalo e enquanto os bolos assavam e largavam um cheirinho gostoso na casa toda, resolvi limpar o pó.Comecei no minha salinha de estar, fui andando e quando dei por mim tinha tudo limpinho.Só não lavei janelas porque está a chuver a potes.Ia vendo os bolos e no fim estavam lindos.No de nozes coloquei cobertura, no outro vou rechear de doce de morango e cobrir de chocolate.Comprei morangos (duas caixas) na semana passada.Na beira da estrada...jovem agricultor.Parei perguntei o preço ele disse-me e veio trazer duas lindas caixas ao meu carro.Adorei a iniciativa, o empenho em vender os produtos assim..num sitiio tão movimentado.Estrada para Alenquer.Parem e comprem.Vale a pena!Fiz doce.Deu quatro frascos e uma caixinha.Já dei dois frascos.Está uma delicia de doce, bom mesmo!Para o próximo feriado de 1 de Maio, vou talvez fazer cheesecake e colocar esse doce de morango por cima...vai ficar bombom!
A minha cadela olha para mim estranhando tanta azafama, pois há dias que estou meia paradona, não tenho tido vontade de fazer nada...só trabalho casa, casa trabalho.Nem sei o que me deu hoje para esses cozinhados todos e essas limpezas...mas é melhor eu aproveitar, porque amanhã deve dar-me outra vez a moleza.
Acabei agora de limpar tudo.Os bolos estão a arrefecer, vim agora escrever isso tudo...não sei bem porquê.Agora vou trabalhar um pouco,ver trabalhos dos meus alunos, estou atrasada, eles acumulam-se na minha secretária.Onde está a vontade? Ela que volte rapidinho...
Devia ter ido comemorar o 25 de Abril na rua...mas com essa chuva deu-me uma preguiça...fiquei foi mesmo na cozinha ouvindo os discursos e relembrando a data...vendo filmezinhos, ouvindo dizer que antes do 25 de Abril as enfermeiras estavam proibidas de casar!Que as mulheres pertenciam aos seus maridos!Que não podiam votar, nem sair para o estrangeiro sem o consentimento do pai ou do marido caso fossem casadas!!No comment!Enfim...
Para o ano se Deus quiser desço a Avenida da Liberdade, agora fico mesmo é com um cházinho e duas belas fatias de bolo.
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O Meu 25 de Abril
domingo, abril 22, 2012
Com Pedaços...
Com um pedaço de pão sacio a minha fome;
Com um pedaço de água sacio a minha sede;
Com um pedaço de leitura sacio o meu intelecto;
Com um pedaço de música sacio o meu desalento;
Com um pedaço de escrita sacio a minha curiosidade;
Com um pedaço de luz sacio a minha tristeza;
Com um pedaço de escuridão sacio o meu cansaço;
Com um pedaço de Amor sacio todo o meu Ser!
Com um pedaço de água sacio a minha sede;
Com um pedaço de leitura sacio o meu intelecto;
Com um pedaço de música sacio o meu desalento;
Com um pedaço de escrita sacio a minha curiosidade;
Com um pedaço de luz sacio a minha tristeza;
Com um pedaço de escuridão sacio o meu cansaço;
Com um pedaço de Amor sacio todo o meu Ser!
quinta-feira, abril 19, 2012
quarta-feira, abril 18, 2012
Antero de Quental
Não posso deixar de colocar aqui este bonito doodle da Google sobre o grande escritor que foi Antero de Quental, nascido em Ponta Delgada, que faria hoje 170 anos se fosse vivo..Parabéns à Google!
sexta-feira, abril 13, 2012
James McNeill Whistler-Retrato da Mãe do Artista
Não resisto a escrever sobre esta muto feia, mas ao mesmo tempo faascinante obra do pintor norte americano James Abbott McNeill Whistler, nascido 14 de Julho de 1834 em Lowell e falecido em 17 de Julho de 1903 no Estado de Massachusetts. O nome completo da tela é Composição em Cinzento e preto nº1-Retrato da Mãe do Artista.A tela é grande e tem como únca personagem a mãe do artista.As suas dimensões são de 144,3x162,5cm e a tela representa o retrato de Anna Mathilda Whistler representada de perfil, num aspecto muito austero, dominado por tons neutros. A austeridade da senhora é tanta que acaba por ser quase intimidatória.Vê-se que esta idosa está completamente a posar para o artista, seu filho, e como tal podemos deduzir que todos os elementos desta muito equilibrada composição acabam por ter sido colocados de uma forma deliberada, sem que nada esteja ao acaso.Há ainda a salientar o contraste produzido pelas suaves formas da mulher, cuja silhueta se inscrever sobre o fundo sóbrio do aposento, com contundentes linhas verticais e horizontais, através do qual o artista define a sua obra. A simplicidade da decoração limita-se a alguns quadros na parede, e a umas cortinas floridas. No cuidado ordenação do espaço, que leva à equilibração a composição, podemos captar a admiração que o artista sentia pela pintura do género do século de ouro da pintura holandesa. De facto o rosto de Anna M.Whistler de perfil é apenas iluminado pela luz que entra no aposento, luz essa que vai acentuar as suas feições.Uma muito bem colocada touca branca, com rendas brancas, prolonga-se por baixo dos seus ombros.Ela está vestida de negro e é essa touca que vai dar um pouco de cor à vestimenta austera.As mãos, feitas de modo a sobressair os punhos brancos de renda seguram um lenço e, apoiam-se sossegadamente sobre o regaço em sintonia com a placidez de toda a cena.Por sua vez os pés calçados de negro assentam sobre uma escalfeta. James Abbott Whistler, após uma longa estadia em Paris, no final da década de cinquenta do século XIX, trabalhou em Londres, criando um estilo muito pessoal, sempre de uma grande austeridade nos seus traços pictóricos, estilo esse distante das preferências dominantes na época.Lembro-me que quando vi esta tela em Paris, aglomeravam-se inúmeras pessoas para a apreciar e os comentários iam do jocoso à mais pura admiração. A obra exerce um estranho fascínio, posto que apesar de toda a sua simplicidade encontramos nela sempre motivos de admiração. Lembro-me de me quedar quieta a olhá-la e a pensar o diálogo travado entre mãe e filho durante a realização da mesma. O rosto desta mulher é de molde a pensarmos que talvez não se senti-se muito confortável, mas ao mesmo tempo o desejo de agradar ao filho tenha se tenha sobreposto a tudo.É uma obra que nos faz lembrar alguns mestres holandeses, devido à negritude dominante e aos traços do artista.Esta obra foi realizada por volta de 1871 e pode ser apreciada no Museu D'Orsay em Paris.No filme que se segue poderão observar mais algumas obras deste pintor.
quarta-feira, abril 11, 2012
Le Vent: Ballet em Slow Motion
Algumas imagens são tão belas e puras que nem parecem verdadeiras! Marina Kanno e Giacomo Bevilaqua, do Staatsballett de Berlin, executam saltos filmados em câmara lenta a 1000 imagens por segundo. Filme de Simon Iannelli e Johannes Berger com música de Radiohead - Everything In Its Right Place (Gigamesh DiscoTech Remix).
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Le Vent: Ballet em Slow Motion
segunda-feira, abril 09, 2012
Regresso a Casa
Após uns dias sem a minha cadelinha, eis que ela regressou a casa. Ceguinha e muito surda, logo que entrou, correu a casa toda, coçando-se pelos móveis, cheirando tudo, pulando para o meu colo, descendo dos mesmo, muitos "beijinhos" e muita alegria...demonstrando o quanto estava satisfeita por me ver.Enquanto conversava com a alma caridosa que ficou com ela, a bichinha ia fazendo o reconhecimento do seu espaço.Não mostrava tristeza por ter sido "abandonada" por alguns dias, mas sim a imensa satisfação por sentir-me de novo perto dela. Os animais e em especial os cães têm essa particularidade.São os únicos seres que ao chegarmos a casa correm para a porta para nos receber, são seres que não cobram nada, dão o que têm e desde que os tratemos com amor, carinho e os satisfizermos a nível alimentar, retribuem alegremente, saltando para o nosso colo, para o sofá onde estamos e à noite muito sorrateiramente esgueiram-se para o nosso quarto deitando-se no tapete junto aos nossos chinelos ou saltando para a cama deixando-se estar muito quietamente. O mau trato dos animais e das crianças sempre me afligiu.As crianças porque são frágeis e dificilmente se podem defender e os animais porque comungam o planeta connosco, fazem parte da natureza sem eles deixaríamos de existir, com eles ligamo-nos à mesma matriz física e emocional.A necessidade que muitos seres humanos têm de ter um gato um cão ou qualquer outro animal é na sua essência quase inexplicável e é isso que torna tudo muito interessante e bonito.Gosto muito da minha cadelinha, ela está muito velhinha tem 13 anos, já tem pequenos ataques cardíacos.Sei que um dia partirá, só gostava que não sofresse muito e que quando esse dia chegar que parta olhando para mim e que saiba que nunca a esquecerei, pois durante esses 13 anos ela fez parte do meu dia a dia, fazendo-me companhia e sempre...mas sempre indo-me esperar alegremente à porta quando eu chego a casa.Qual o ser humano capaz de tamanha proeza?
quinta-feira, março 22, 2012
Francisco de Zurbarán-São Lucas
O que aqui vemos é uma obra pequena mas com grande interesse, em parte por ser uma das obras onde Francisco de Zurzáran reflecte grande dramatismo na cena por si criada como também pelo facto do artista se ter pintado a si próprio para representar o Santo São Lucas, considerado o padroeiro dos pintores a partido do momento em que se soube da lenda que lhe atribui um retrato da Virgem.Assim, o Santo e o pintor identificam-se perante a presença de Cristo crucificado.Este, com o seu rosto inclinado, revela debilidade e agonia, causadas pela situação em que se encontra.Zurzarán, através da técnica tenebrista tão utilizada por Caravaggio, consegue criar destacados contrastes de luz e sombras, conferindo à cena um grande sentimento em redor da figura de Cristo.Os pés deste último estão cruzados, aludindo às normas iconográficas de momento.Contudo, do outro lado da composição, São Lucas, com a sua paleta de pintura na mão, dirige o seu olhar a Jesus, como se este tivesse que ser o seu próximo modelo para um quadro, em vez de lhe prestar qualquer homenagem.Sendo o rosto de São Lucas um auto-retrato do próprio Zurzáran, realizado com grande realismo, evidencia-se nele o interesse dos pintores da primeira metade do século XVII em representar a realidade.
Na segunda obra do mesmo Francisco Zurzáran, denominada de Agnus Dei, o pintor representa a imagem do Agnus Dei ou Cordeiro de Deus, de maneira absolutamente naturalista. A figura deste animal fica recortada sobre um fundo escuro.O pintor representa este mesmo motivo na sua obra A Adoração dos Pastores.O cordeiro é um símbolo do cristianismo que foi representado com grande frequência.Alude ao sacrifício do Salvador e à sua obra redentora.Recordemos a frase pronunciada pro João Baptista:"Eis o cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo". O pintor espanhol representa um cordeiro isento de idealização.A beleza que representa o cordeiro pode sugerir que estamos perante Cristo. Noutras ocasiões e ao longo da tradição artísticas, o cordeiro de Deus foi representado de diferentes maneiras: em pé ou segurando uma cruz com a pata.Ambas as obras são óleo sobre tela e podem ser apreciadas no Museu do Prado em Madrid.
Na segunda obra do mesmo Francisco Zurzáran, denominada de Agnus Dei, o pintor representa a imagem do Agnus Dei ou Cordeiro de Deus, de maneira absolutamente naturalista. A figura deste animal fica recortada sobre um fundo escuro.O pintor representa este mesmo motivo na sua obra A Adoração dos Pastores.O cordeiro é um símbolo do cristianismo que foi representado com grande frequência.Alude ao sacrifício do Salvador e à sua obra redentora.Recordemos a frase pronunciada pro João Baptista:"Eis o cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo". O pintor espanhol representa um cordeiro isento de idealização.A beleza que representa o cordeiro pode sugerir que estamos perante Cristo. Noutras ocasiões e ao longo da tradição artísticas, o cordeiro de Deus foi representado de diferentes maneiras: em pé ou segurando uma cruz com a pata.Ambas as obras são óleo sobre tela e podem ser apreciadas no Museu do Prado em Madrid.
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Francisco de Zurbarán-São Lucas
As Irmãs Brown
O fotógrafo Norte Americano Nixon iniciou em 1975 o seu conhecido projeto em andamento :
"As Irmãs Brown" - uma compilação de fotos bastante singular. A série é composta por um único retrato a preto e branco de quatro irmãs sempre na mesma ordem da esquerda para a direita. Aclamada pela crítica, as fotos foram já expostas em diversos museus de arte.
A intenção deste fotógrafo foi mostrar como o tempo age sobre o nosso corpo. De início as irmãs tinham idades variando de 15 a 25 anos e a mais velha delas, Bebe, é a esposa do fotógrafo.
A série começa no ano de 1975 e mostra que ... o tempo passa... passa... e passa... e dele não podemos escapar!
A intenção deste fotógrafo foi mostrar como o tempo age sobre o nosso corpo. De início as irmãs tinham idades variando de 15 a 25 anos e a mais velha delas, Bebe, é a esposa do fotógrafo.
A série começa no ano de 1975 e mostra que ... o tempo passa... passa... e passa... e dele não podemos escapar!
1975
1977
1979
1981
1983
1985
1987
1989
1991
terça-feira, março 20, 2012
quinta-feira, março 15, 2012
Margin Call
Há dias fui ver o filme do realizador J.C. Chandor/O Dia Antes do Fim.O filme é Soberbo. Tem como principais atores o grande Jeremy Irons, Kevin Spacey, Paul Betamy, Stanley Tucci, Zacchary Quinto (que é um dos Produtores) e Demi Moore. O filme desenrola-se no curto espaço de 48 horas, tempo suficiente para que vejamos o colapso de uma firma de investimentos (há quem diga que o que ali está é o retrato dos últimos dias da Lemon Brothers). O filme não tem contemplações algumas.Começa quando a firma faz uma razia entre os seus funcionários, despedindo dezenas deles e acaba quando o jovem analista Peter Sullivan/um fantástico Zacchary Quinto revela informação que poderá vir a originar o fim da companhia, desencadeando com essa descoberta uma sucessão de acontecimentos que leva a que decisões ao mesmo tempo financeiras e morais poderão colocar a vida de todos os envolvidos à beira do desastre.O filme é extremamente simbólico, tem a particularidade de poucos actores e dois/três cenários conseguirem com que tenhamos durante todo o filme uma estranha sensação e claustrofobia física e moral. Nada do que ali se passa é inocente, estamos perante pessoas, sem qualquer escrúpulo e nisso o papel de Jeremy Irons é exemplar. Ele representa tudo o que há de pior no mundo dos mercados financeiros, ele é um homem sem qualquer moralidade, escrúpulos, frio e calculista. K.Spacey consegue aquilo a que eu já não via há muito tempo. Um papel de homem decente, o único que procura ter alguma decência/moralidade no pântano que todos estão mergulhados, mas que no final rende-se porque simplesmente...precisa de dinheiro. Demi Moore é a típica vitima, a mulher que arcará com as culpas, o elo mais fraco de uma cadeia de homens arrivistas, chauvinistas, crápulas, sem vergonha e decência. Uns procuram apenas e só manter o seu emprego, outros manter a cabeça fora das águas turvas descobertas e rapidamente encobertas na venda de produtos altamente tóxicos que contaminaram todo o mercado mundial.A agonia de morte da cadela de K.Spacey, vai pontuando todo o filme e no final é apenas e só o som da pá cavando a sepultura do animal aquilo que ouvimos.Este Margin Call tem uma espartana banda sonora e no fim ela desaparece por completo, e o que ouvimos é o som cavo daquela pá batendo no chão e o choro convulsivo de quem chora por aquele animal amado e...por todos nós. Um filme Fantástico e que faz com que todos devemos.... "Ter muito Cuidado"!quarta-feira, março 14, 2012
EL Greco-São Jerónimo Penitente
A obra que aqui surge denominada de São Jerónimo Penitente, realizada por volta de 1610/14, é considerada como sendo uma das melhores do mestre El Greco. Nela está representada a figura de São Jerónimo, nu, de corpo inteiro, numa gruta do deserto para onde se havia retirado. Com a mão esquerda segura o livro, um dos seus atributos iconográficos, que faz alusão à tradução da Bíblia, e na mão direita tem a pedra com o qual fere o peito em sinal de penitência e para também vencer as tentações da carne..O mais interessante é que o mestre, não cede à tentação de representar aqui nesta tela os atributos associados à iconografia de São Jerónimo, como por exemplo o leão, símbolo da força bruta vencida pela piedade, ou a caveira, símbolo da vaidade e da meditação sobre a morte. O santo, de idade já avançada, apresenta sim uma fraqueza extrema, embora apareça dotado de uma vitalidade e energia surpreendente.O seu rosto revela uma grande espiritualidade, extensível a todo o conjunto pictórico.São Jerónimo dirige o seu olhar para o céu, do qual surge uma luz brilhante de carácter divino.Essa luz potente ilumina o rosto do santo, assim como partes do seu corpo, fazendo contrate com a escuridão da gruta. A zona esquerda da composição encontra-se inacabada.El Greco desenhou o contorno da perna esquerda do santo num preto intenso e a rocha aparenta apenas ser um esboço.a própria mão esquerda e respectivo braços ainda não estão definidos e toda a zona esquerda está emersa numa total negritude.Esta obra tem as dimensões de 168x110.5cm é um óleo sobre tela e pode ser apreciada no National Gallery of Art de Washington.sábado, março 10, 2012
A Fascinante Berezka
De forma mágica, quase divina, as bailarinas do ‘Berezka Ensemble’ flutuam sobre o palco nesta magnifica interpretação de uma dança folclórica russa. A técnica usada, o ‘passo flutuante’, é um segredo do grupo que as bailarinas guardam até da própria família. Magnífico!
quinta-feira, março 08, 2012
Dia Internacional da Mulher
Neste Dia Internacional da Mulher, a minha homenagem vai para esta cantora excepcional que é Lana Del Rey. "Video Games" um dos seus últimos video clips ultrapassou já os três milhões de visualizações no YouTube e o seu primeiro concerto em Inglaterra, agendado para novembro, esgotou em meio minuto.Lana Del Rey (batizada com o nome de Lizzy Grant) é norte-americana, nascida na região de Nova Iorque tem há 24 anos e canta divinamente!!.Poderão aqui ver outra das suas grandes interpretações.Para mim,em termos musicais ela é já uma das figuras do ano.
quarta-feira, março 07, 2012
Paul Cézanne-O Pai do Artista
Esta tela representa o pai de Paul Cézanne, chamado Louis Auguste. De origem italiana, era um burguês muito empreendedor, que tinha começado por trabalhar na secção de exportação de uma fábrica de chapéus, e que acabou por fundar um banco em Aix-en-Provence, o único da cidade. A relação de Cézanne com o pai sempre foi tensa, já que este último desejava para o seu filho uma formação dentro da área do Direito e Cézanne sempre lhe resistiu.No ano em que Cézanne pintou esta tela, já estava a residir em Paris e dedicava-se à pintura tendo vencido a hostilidade paterna no ano de 1861, quando se mudou para a capital para estudar desenho.Ai inscreveu-se na Academie Suisse, onde conheceu os membros do grupo impressionista, como Pissarro,(foram amigos e companheiros de teturtúlias).Durante a década de 1860, a pintura de Cézanne devia-se aos grandes mestres expostos no Louvre, que estudava diariamente, sobretudo Delacroix, de quem aprendeu a técnica rápida e expressiva.Assim o poderemos ver nesta obra, onde o gosto do artista se destaca através de um empastamento denso e da utilização da espátula.Nesta tela vemos então o pai do artista sentado num enorme sofá lendo o jornal O jornal é o L'Evénement.A leitura desse jornal não é inocente, pois Émile Zola amigo de Cézanne (conhecia-o desde pequeno pois ambos eram de Aix-en Provence) escrevia para o mesmo fazendo crítica de arte.É assim evidente que o pai de Cézanne costumava lero outro tipo de publicações, mas neste caso é uma homenagem que o artista faz a Zola. Por sua vez o quadro na parede é uma natureza morta de Cézanne, pintada pouco antes desse retrato.Esta obra denominada de O Pai do Artista foi realizada em 1866., é um óleo sobre tela e pode ser apreciada no National Gallery of Art de Washington.
sábado, março 03, 2012
Auto Estima
Na nossa vida é normal possuirmos sentimentos mais ou menos passageiros(às vezes não tão passageiros) como é o caso da vulnerabilidade, a insegurança, a solidão, a falta de auto estima e a tristeza profunda que acabam por condicionar irremediavelmente todo o tipo de encontros que podemos desenvolver com os outros.Se estamos nessa triste fase todo o tipo de encontros que temos marcam-nos pela negativa e levam-nos ao afastamento dos que nos rodeiam, posto que vivemos numa sociedade em que as relações são perfeitamente descartáveis e quando não estamos bem, o outro tende a afastar-se caso não possua um forte elo de amizade de compaixão ou de amor por nós.Esse afastamento ainda agrava mais a nossa solidão e muitas vezes não conseguimos reagir e tendemos a ter pena de nós próprios, a culpabilizar-nos por tudo o que possa suceder.Fraquezas várias acabam por insinuar-se dentro de nós, são parasitas vários que se agarram à nossa pele, tendemos a ficar fracos, sem defesas e qualquer coisa que nos digam, por mais ínfima que seja toma proporções enormes, tudo é uma ofensa, as palavras tomam duplos sentidos, são murros atirados à nossa cara, nada é valorizado, pequenos gestos são desprezados, e mãos amigas que nos tendem a puxar para cima, são afastadas por as considerarmos puros atos de piedade.Acontece que aos poucos e talvez fruto de um recolhimento solitário, da persistência de amigos, de variada ajuda médica, e do próprio organismo que luta por reagir, acabamos por nos reerguer e começamos a estar abertos à dádiva da vida, amizade e do amor.Pequenos gestos que recomeçamos a realizar são pequenos sinais que a nossa saúde mental e o nosso equilíbrio fisco tende a reestabelecer-se e percebemos que começamos a caminhar na direção, da luz, a sair do túnel em que estivemos mergulhados e assim começamos outra vez a conseguir lidar com as dificuldades que a vida nos coloca à frente.Identificamo-nos connosco e com os outros e uma paleta de interesses começa a vir ao nosso encontro e então damo-nos conta que estamos outra vez de volta à vida e que a nossa auto estima começa reerguer-se e a adquirir interesse por aquilo que nos rodeia e principlamente a aceitar as vicissitudes que constantemente são colocadas à nossa frente.
Ginastas Incríveis
Ginastas chineses dão um formidável espectáculo de força, equilíbrio e agilidade.
Dante Gabriel Rossetti-A Infância da Virgem Maria
Esta tela denominada de "A Infância da Virgem Maria", é a primeira tela realizada por Rossetti, (que já abordei aqui num post anterior a propósito da sua tela (A Noiva), sendo também a primeira que Rosseti imprimiu as iniciais PRB (Pré-Raphaelite Brotherhood).
O artista apresenta uma sala, na qual está a Virgem com a sua mãe, Santa Ana, sob a presença de um anjo, figura para qual Rossetiteve como modelo uma criança que o seu amigo James Collinson encontrou. A obra está repleta de símbolos que aludem ao Cristianismo, como a folha de palmeira que está no chão, em primeiro plano, ou a açucena, que faz alusão à pureza da Virgem.Outro dos símbolos é a bomba, que aparece enquadrado num círculo dourado, e que por isso faz referência ao Espírito Santo.É interessante observar a luz e a cor que caracterizam esta grande obra:as cores muito vivas são atenuadas pelo excesso de luz branca que entra pela janela.Por sua vez a Virgem a qual Rossetti teve como modelo a sua irmã Christina, aparece sentada à direita da composição, representada com longos cabelos ruivos, enquanto parece estar a bordar algo com a aluda da sua mãe, Santa Ana.Esta última teve como modelo a própria mãe do artista, Frances.
O homem que se vê de fora e que parece estar a podar uma árvore, representa São Joaquim, pai da Virgem Maria. O modelo de Rossetti para a representação deste homem, foi o próprio homem que realizava pequenos arranjos na sua casa.
Esta deliciosa obra intitulada de "A Infância da Virgem Maria", realizada por volta de 1848/49 é óleo sobre tela e pode ser apreciada no Tate Galleries em Londres.
terça-feira, fevereiro 28, 2012
Madonna-Vogue
Já que este ano a consagração na 7ª Arte foi feita a preto e branco, não resisto a apresentar aqui um videoclip também a preto e branco e que para mim é uma pequena obra de arte:Vogue da magnifica e incontornável Madonna.
segunda-feira, fevereiro 27, 2012
Vencedores dos Oscares
Tal como já se suponha, o filme O Artista foi o grande vencedor desta cerimónia de Oscares 2012. Hugo ficou em segundo lugar e apenas venceu nas categorias técnicas,o que é a meu ver uma pena, pois M.Scorsece, merecia o Óscar para melhor realizador.Fiquei muito desiludida com o Óscar para Melhor Atriz dada a M.Streep, pois a meu ver quem o deveria ganhar seria G.Close no seu extraordinário papel em Albert Noobs (um filme que adorei!!!).C.Plummer ganhou o Óscar para melhor ator secundário e fez um discurso lindíssimo. Octavia Spencer ganhou o merecido Óscar para melhor Atriz Secundária, pela sua prestação em As Serviçais. Gostei que tivesse sido atribuído o Óscar para o Melhor Filme Estrangeiro ao filme iraniano Uma Separação.O realizador Asghar Farhadi protagonizou o discurso mais político da noite!Bravo!!!W.Allen (que nem se deu ao trabalho de aparecer na cerimónia), pela terceira vez consecutiva é o vencedor do melhor Argumento Original pelo seu excelente filme Meia Noite em Paris.Para a Melhor Montagem, o Oscar foi para o filme Milennium-Os Homens que Odeiam as Mulheres.Os belíssimos filmes A Árvore da Vida de T.Malick e Melancolia de L.V.Trier assim como o portentoso War Horse de S.Spilberg foram completamente desprezados pela Academia.Uma Injustiça!
Assim temos:
Vencedor de Melhor Filme é: «O Artista»
domingo, fevereiro 26, 2012
Bell Ami
Há dias fui ver o filme Bel Ami, realizado pela dupla britânica Declan Donnellan e Nick Ormerod e com Robert Pattinson, Christina Ricci, Uma Thurman e Kristin Scott Thomas.O argumento é de Rachel Benette, retirado da obra de Guy de Maupassant. O filme mostra a trajectória de Georges Duroy, que viaja através da década de 1890 em Paris, usando a sua pouca inteligência mas um grande poder de sedução, conseguindo assim subir da pobreza à riqueza, do abraço de uma prostituta aos encontros apaixonados com as mulheres mais bonitas e ricas, num mundo onde a política e os media disputam influência, onde o sexo é poder e ser uma celebridade é uma obsessão.Numa época em que chegar ao poder e ao dinheiro é feito usando a fraqueza de mulheres sequiosas de sexo, este Georges Duroy movimenta-se pelos salões parisienses saltando de cama em cama com toda a desenvoltura e total ausência de escrúpulos. Não desgostei do filme, mas considero que o que ali vemos é um desperdício de talentos e o caso de Uma Thurman é o mais flagrante, apesar de como grande actriz que é, conseguir com a a sua presença ofuscar todos os demais.A meu ver a surpresa no elenco vai para Robert Pattinson, que consegue com a sua personagem que esqueçamos por completo a sua personagem na saga Crepúsculo e isso é feito através da transfiguração completa do seu corpo e da sua expressão facial. Contudo, não é uma personagem credível e por várias vezes as personagens femininas acabam por ofuscar por completo a sua prestação. Não sou grande fã de Nina Ricci, mas parece-me que deste trio de mulheres foi a única que conseguiu interiorizar o papel esforçando-se o máximo para o tornar credível. Quanto a Kristin S.Thomas...uma autêntica desgraça e mais de que uma vez dei por mim a pensar que ela estava ali a fazer um autêntico frete! Apesar desses encolhos todos, o filme não é mau, posto que consegue que nós espectadores criemos empatia com o personagem masculino, apesar de ser um crápula e um sem vergonha.É também um filme que nas suas debilidades consegue mesmo assim retratar bem uma Paris do século XIX, tem uma boa fotografia, a trama apesar de a espaços 'assassinar' com grande classe e distinção a obra de Guy de Maupassant vê-se com agrado, e no fim não considerei por mal empregue o preço do bilhete.
sábado, fevereiro 25, 2012
Camille Pissarro-Menina com uma Vara na Mão
Camille Pissarro foi, acima de tudo, um paisagista.No entanto, sentiu-se bastante atraído pela representação de alguns indivíduos que viviam e trabalhavam no campo, facto que o levou a pintar várias camponesas.Através dessa cena, algo que constitui uma novidade na sua pintura, atribui um grande protagonismo à figura humana. Assim nesta tela o pintor mostra-nos uma menina, sentada ano chão e reclinada sobre uma densa vegetação silvestre, remexendo com uma vara nas verdes folhas do terreno.É muito provável que a vara fosse um ramo caído de alguma árvore próxima.A composição está concebida de um ponto de vista elevado quase zenital, o que representa um aspecto inovador no campo da pintura, convertendo-se a paisagem em mero fundo compositivo, indefinido, mas repleto de interessantes matizes.A posição da menina é um tanto ou quanto forçada, comparativamente ao espaço, que o pintor domina muito bem, porém Pissarro consegue mesmo assim e mediante a sua pincelada solta realizada com base em ligeiros toques, criar efeitos surpreendentes sobre a tela, nos quais a luz tem um papel fundamental.O doce e concentrado rosto da menina transmite uma certa melancolia.O seu chapéu avermelhado confere um vivo colorido à cena, contrastando com os tons verdes da folhagem. A mão que segura a vara está traçada mediante um desenho delicado e firme; por sua vez, uma pincelada vigorosa cobre-a com grande mestria.Os reflexos da luz natural criam jogos de luz e sombra intermitentes que se estendem por toda a composição, destacando a figura da menina.Esta singela, mas muito bonita obra, denominada 'Menina com uma Vara na Mão', é um óleo sobre tela e pode ser apreciada no Museu D'Orsay em Paris.
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| Menina com Vara na Mão |
Camille Pissarro foi, acima de tudo, um paisagista.No entanto, sentiu-se bastante atraído pela representação de alguns indivíduos que viviam e trabalhavam no campo, facto que o levou a pintar várias camponesas.Através dessa cena, algo que constitui uma novidade na sua pintura, atribui um grande protagonismo à figura humana. Assim nesta tela o pintor mostra-nos uma menina, sentada ano chão e reclinada sobre uma densa vegetação silvestre, remexendo com uma vara nas verdes folhas do terreno.É muito provável que a vara fosse um ramo caído de alguma árvore próxima.A composição está concebida de um ponto de vista elevado quase zenital, o que representa um aspecto inovador no campo da pintura, convertendo-se a paisagem em mero fundo compositivo, indefinido, mas repleto de interessantes matizes.A posição da menina é um tanto ou quanto forçada, comparativamente ao espaço, que o pintor domina muito bem, porém Pissarro consegue mesmo assim e mediante a sua pincelada solta realizada com base em ligeiros toques, criar efeitos surpreendentes sobre a tela, nos quais a luz tem um papel fundamental.O doce e concentrado rosto da menina transmite uma certa melancolia.O seu chapéu avermelhado confere um vivo colorido à cena, contrastando com os tons verdes da folhagem. A mão que segura a vara está traçada mediante um desenho delicado e firme; por sua vez, uma pincelada vigorosa cobre-a com grande mestria.Os reflexos da luz natural criam jogos de luz e sombra intermitentes que se estendem por toda a composição, destacando a figura da menina.Esta singela, mas muito bonita obra, denominada 'Menina com uma Vara na Mão', é um óleo sobre tela e pode ser apreciada no Museu D'Orsay em Paris.
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Camille Pissarro-Menina com uma Vara na Mão
Como dobrar um fato para viajar
Quer viajar e manter os seus fatos sem qualquer vinco? Então este video ensina um homem a fazer a sua mala.Dobrar nos sítios certos, usar um saco de plástico… veja como o seu casaco, calças e camisa podem sobreviver sem vincos a uma viagem dentro de uma mala cheia!
sexta-feira, fevereiro 24, 2012
War Horse
Vi ontem o filme que considero ser o acontecimento cinematográfico do ano:Cavalo de Guerra.O filme é baseado no livro War Horse, de Michael Morpurgo, que foi lançado em 1982.Para além do livro está também publicado um lindíssimo livro com as fotografias das filmagens do filme.War Horse foi realizado por Steven Spilberg, e estreou nos E.U.A. no natal do ano transato.Por onde passa este filme é um êxito, está nomeado para 6 Oscares:Melhor Filme, Melhor Direção Artística, Melhor Fotografia, Melhor Banda Sonora, Melhor Montagem Sonora, Melhor Mistura de Som.A Fotografia é...simplesmente sublime!Cavalo de Guerra, começa com a comovente amizade entre um cavalo de nome Joey e um rapaz de nome Albert, que o doma e treina. Quando são forçados a separar-se, o filme segue a extraordinária viagem do cavalo e o seu percurso na guerra, mudando e inspirando as vidas daqueles que com ele se cruza – a cavalaria Britânica, soldados Alemães e um agricultor Francês e a sua neta – antes de a história atingir o seu clímax em pleno campo de batalha em Terra de Ninguém.(as trincheiras).A Primeira Guerra Mundial é vivida pelos olhos deste cavalo – uma viagem de alegrias e tristezas, amizade verdadeira e aventura. Cavalo de Guerra, é assim, uma das grandes histórias de amizade em tempos de guerra e que toca o coração de todos aqueles que amam o cinema como é o caso deste realizador, que consegue o dom de em apenas alguns meses e com actores pouco conhecidos do grande público, erguer uma obra prima do cinema. Está muito bem, D.Thewlis, Emily Watson, Jeremy Irvine, Niels Arestrup e Peter Mullan.Um filme belíssimo, uma épica história de abnegação, sofrimento, morte e e amizade incondicional. quarta-feira, fevereiro 22, 2012
Pensamentos e Flores
"Nascemos sozinhos, vivemos sozinhos, morremos sozinhos.É apenas através do amor e da amizade que criamos por alguns momentos a ilusão de que não estamos sozinhos". Orson Welles"Aquele que se diz capaz de viver sem sociedade ou que acha que não precisa porque é auto suficiente, ou é um animal ou um deus". Aristóteles.
"Se está a planear para um ano, plante arroz; se está a planear para décadas plante árvores; se está a planear para uma vida, eduque pessoas". Provérbio chinês
"Uma máquina pode fazer o trabalho de cinquenta homens normais.Nenhuma máquina pode fazer o trabalho de um homem extraordinário". A.Maslow
"Os Homens não são prisioneiros do destino, mas prisioneiros da sua própria mente". F.D.Rosevelt
"Não há nada que inspire mais perdão do que a vingança". Scott Adams
"Se é um milagre qualquer tipo de confirmação dará a resposta, mas se for um facto são necessários provas".M.Twain
"Tudo o que vemos de verdadeiramente malvado, tem origem na inocência". E.Hemingway
"Desde a infância que não sou como os outros.Não vi o que os outros viram". E.Alan Poe
"A dor é o quebrar da concha do nosso entendimento". K.Gibran
"Uma pessoa pode sair da escola, mas a escola nunca sai de nós". Andy Partridge
"Morrer é extremamente amargo, mas a ideia de ter de morrer, sem ter vivido...é insuportável". Erich Fromm
"O momento da morte, tal como o fim de uma história, dá um novo significado a tudo aquilo que o procedeu". H. Bateson
"A adversidade é como um vento forte. Arranca-nos tudo, menos o que não pode ser arrancado, para que nos vejamos tal como realmente somos". Arthur Golden
"Para o homem são de corpo e sereno de mente o mau tempo não existe. Todos os dias têm a sua beleza e as tempestades que assolam o sangue, fazem apenas com que este bata de forma mais vigorosa". George Gissing
"Não é a espécie mais forte que sobrevive, nem a mais inteligente, mas a mais reactiva à mudança". Charles Darwin
"A prova mais indicativa de que existe vida inteligente noutro ponto do universo é o facto de nunca nos terem contactado". Bill Watterson
"Os deuses também gostam de uma boa piada". Aristóteles
"A superstição incendeia o mundo. A filosofia apaga as chamas". Voltaire
"Se não se pode falar, devemos permanecer em silêncio". L.Wittgenstein
"Para quê matar o tempo, se o podemos usar?".
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