sábado, julho 25, 2009

Jacqueline Kennedy e Michelle Obama/ Um artigo de José C. Saraiva


Quando chegou à Casa Branca em 1961, com 31 anos, Jacqueline Kennedy tinha acabado de dar à luz o seu segundo filho, John. Na altura, definiu as suas prioridades como «tomar conta do Presidente» e educar os filhos. Mas, desde que visitara a residência do Chefe de Estado dos EUA_com a sua mãe, 20 anos antes, achando-a decadente e descuidada, que alimentava o desejo de lhe devolver a dignidade perdida. Já como primeira-dama, afirmou que queria tornar aquela a «casa mais perfeita dos Estados Unidos».
Para isso, concebeu o livro A Casa Branca: Um Guia Histórico, cujas vendas reverteram a favor do restauro, fez um apelo público à doação de mobiliário de época e fez ainda aprovar uma nova lei. Em pouco tempo, com as crianças Kennedy e uma aparência renovada, a Casa Branca ganhava uma nova vida.
Cerca de meio século depois, Michelle Obama chegou ao n.º 1600 da Pennsylvania Avenue sob o signo da mudança. E, de facto, a sua elegância descontraída contrasta com a postura mais rígida de Laura Bush, como se fosse uma lufada de ar fresco a entrar na residência do Presidente.
Michelle é, como Jackie, uma esmerada mãe de família. Mas é também uma líder inspiradora com uma personalidade forte, suportada por uma inteligência incontestada. O seu brilhante curriculum inclui estudos em Princeton e Harvard, duas das mais prestigiadas universidades norte-americanas. E o próprio Barack Obama confidenciou mais tarde que, já como advogada, Michelle chegou a repudiar uma primeira investida do futuro Presidente, incerta de que ele seria suficientemente dotado...
Jackie, embora se tenha tornado um ícone da moda, possuía também uma formação sólida e um passado escolar brilhante. Amante de arte, conseguiu trazer a Mona Lisa à capital dos EUA. Estudou um ano na Sorbonne, em Paris, e licenciou-se em literatura francesa. Era ela quem recolhia citações literárias para o seu marido usar nos discursos. Venceu um concurso da Vogue francesa, entre mais de 1.200 candidatos, com o trabalho Pessoas que Gostava de Ter Conhecido (sobre Oscar Wilde, Baudelaire e Diaghilev), mas teve de recusar o prémio, que passava por um estágio de seis meses em Paris.
Em Março de 2009, a mesma Vogue chamou a Michelle Obama «a primeira-dama porque o mundo ansiava». Foi a segunda primeira-dama dos EUA a figurar na capa daquela publicação, depois de Hillary Clinton.
Michelle tem feito centenas de capas de revistas e preenchido milhares de páginas da imprensa cor-de-rosa. O seu apurado sentido do estilo – que casa a elegância com o conforto – é abundantemente discutido pelos especialistas. Em 2007 a Vanity Fair considerou-a uma das dez pessoas mais bem vestidas do mundo. Segundo a estilista Diane von Furstenberg, Michelle possui «um look inconfundível que equilibra a dualidade das suas vidas», a profissional e a familiar.
Dizem alguns que os seus vestidos que deixam os braços à mostra – um género popularizado justamente por Jackie Kennedy – deram tanto que falar como as medidas adoptadas pelo seu marido._E, quando apareceu de calções aos quadrados e sem cosmética a passear Bo, a nova mascote portuguesa da Casa Branca, as fotos tiradas por paparazzi deram a volta ao mundo.
Depois do ‘incidente’ protagonizado junto da Rainha Elizabeth II, em que abraçou a soberana inglesa que, num gesto raro, retribuiu o abraço, Michelle parece não ter querido arriscar na audiência com o Papa Bento XVI. Para o efeito, ter-se-á inspirado em Jackie, que, ao visitar o Vaticano em 1962, usou um discreto vestido negro, com um véu sobre a cabeça.
Mas os ‘deslizes’ na etiqueta vêm apenas confirmar que a primeira-dama é apenas humana e por isso também erra, contribuindo assim para a imagem de proximidade que dela emana.
Jacqueline caracterizava-se pelo estilo impecável. Onde quer que estivesse – num baile, no descapotável do Presidente ou no Taj Mahal – brilhava com o fulgor de uma estrela de cinema. Era o símbolo perfeito de uma certa aristocracia (há até quem fale em ‘realeza’) norte-_-americana de descendência europeia – além do nome francês, Bouvier, possuía sangue britânico.
Já Michelle definiu-se como um produto do sonho americano: uma pessoa simples que conseguiu chegar ao topo. Descendente de escravos da Carolina do Sul, caracteriza-se por uma elegância discreta. Que o digam os muitos jovens designers que tem promovido. Em poucos meses, Michelle impôs uma nova ordem na hierarquia do estilo.

jose.c.saraiva@sol.pt



quinta-feira, julho 23, 2009

Il Divo - Amazing Grace

Para quem goste deste quarteto de bonitos rapazes e bons cantores um bom vido clip gravada no Coliseu de Roma e com um bónus extra, uma enterevista dada pelos quatro "Apolos", assim como muitas outras conções.
Vale a pena ver e principalmente ouvir.É mesmo muito bonito.

quarta-feira, julho 22, 2009

Coisas de Mulher

Ao contrário dos homens, nós as mulheres temos idiossincrasias que nos levam a encarar as relações sentimentais e as relações sexuais de uma forma tão mais profunda, que isso muitas vezes acaba por assustar os homens e levá-los a fugir de nós como "diabo da cruz".Para um homem, dar uma queca com outra, trair a mulher com quem mantêm uma relação é tão 'normal', que penso que isso está inscrito (se tal seja possível) no seu próprio código genético.
Para nós mulheres a traição não é feita de ânimo leve.Como em tudo na vida há excepção à regra, mas de uma forma geral, a traição na mulher dá-se ou faz-se quase sempre de uma forma mental. Pensamos e desejamos o outro, seja ele nosso colega de trabalho ou não, seja um vizinho, seja o marido ou namorado de uma amiga ou conhecida, mas muitas vezes a linha que transpõe essa traição mental à traição fisica, torna-se um abismo dificil de ser transposto. Penso que, talvez o gozo esteja nessa traição mental, porque aí fantasiamos, colorimos a cena, fazemos todos os jogos eróticos possíveis e imaginários e o orgasmo acaba por se dar sem que nada de concreto tenha sido realizado. Quando a fronteira é transposta e a traição é concretizada, surgem os remorsos, a culpa, o corpo trai-nos, e muitas mulheres acabam mesmo por confessar o que fizeram.
Como disse anteriormente, não há regras sem excepções e há mulheres que agem de tal forma que acabam muitas vezes por escandalizar os homens (se é que há alguma coisa nesta vida que seja escandalizável!). O que acontece é que existem ( e não são poucas) aquelas que agem do modo como eu denomino de as "Samanthas" do século XXI.Como se bem se lembram na série o"O Sexo e a Cidade", existem 4 amigas, Carrie (Sarah Jessica Parker) a jornalista conhecida pela sua famosa perspicácia e ironia acutilante e que narra a sua própria história de sexo e amor e as das outras mulheres de Nova Iorque obcecadas pela moda,sexo e homens, e que não desiste ela própria de conquistar o seu Mr Big, até conseguir levá-lo ao altar.Do lote dessas amigas fazem parte Charlotte (Kristin Davis) , que procura ser ´socialite´, boa dona de casa e mãe , Miranda (Cynthia Nixon) que procura conciliar o seu trabalho de advocacia com o de mãe e por fim ,Samantha (Kim Cattrall). De todas essas personagens é com Carrie e Samantha que eu mais simpatizo. Com Carrie, devido ao seu romantismo e crença de que um dia todas as mulheres poderão encontrar o seu Mr Big, o homem im(perfeito) e de Samantha devido à sua capacidade de ter um contínuo desejo sexual por quase todos os homens que se cruzam no seu olhar. Samantha simboliza por isso, a mulher que escolhe quem bem quer, quem a satisfaça sexualmente, é aquela que é capaz de se relacionar com um jovem de 20 anos, fazer com que este se apaixone por ela e no fim rejeitá-lo, simplesmente porque...não se quer casar com ele nem manter uma relação de fidelidade. A mentalidade de Samantha é o de uma mulher que mais do que emancipada em relação aos homens em termos monetários, está emancipada em termos sentimentais, ela age de uma forma livre, despudorada e ao mesmo tempo airosa, ela entra e sai das relações com o mesmo a vontade com que escolhe um ar de sapatos Manolo Blandik, se bem que por vezes esta última escolha seja bem mais difícil de ser realizada!
Entre uma Carrie romântica e perspicaz e uma Samantha ´predadora` de homens, ficamos nós mulheres que as apreciamos e que ao mesmo tempo desejamos não só encontrar o nosso im(perfeito) Mr Big e que este (se possível) nunca nos abandone, seja bem humorado e já agora...seja óptimo na cama!

terça-feira, julho 21, 2009

Rodin - O Beijo


Bebés Super Fixes!!!

Museu Nacional de Arte Antiga











O Museu Nacional de Arte Antiga, está localizado em Lisboa. O Museu está instalado num palácio do século XVII construído para os Condes de Alvor. Este edifício é também chamado de Palácio de Alvor-Pombal.
Em 1770, o Marquês de Pombal adquiriu-o ficando na posse da sua família por mais de um século.
Inaugurado em 1884, com a designação de Museu Nacional de Belas-Artes e Arqueologia, sendo José de Figueiredo responsável pela sua organização e mais tarde nomeado seu primeiro director.
Actualmente o museu é conhecido por Museu das Janelas Verdes, pois é essa a cor das suas janelas. Em 1940 foi construído um anexo, que inclui a fachada principal. Este ocupou o lugar do Convento Carmelita de Santo Alberto, destruído pelo terramoto de 1755.
Factores históricos, durante o período monárquico e o republicano contribuiram para a configuração do aspecto que hoje podemos apreciar nas distintas colecções que integram este Museu. Nesse sentido, destaca-se em 1859 a compra de um importante de um importante grupo de pinturas da Rainha Dona Carlota Joaquina. Dez anos mais tarde, a prodigalidade do mecenas D.Fernando II de Saxe-Coburgo Gotha, marido de D.Maria II, permitiu a progressiva aquisição de um conjunto de mais de 100 pinturas. D.Fernando II , caracterizou-se pela sua grande sensibilidade e pela sua cultura. Envolveu-se em projectos, como a construção do Palácio da Pena, em Sintra, um espetacular exemplo da arquitectura romântica em Portugal.Em finais do século XIX, a chegada de um extenso número (1.500) peças de ourivesaria, joalharia, imagens religiosas, têsteis, mobiliário, cerâmica, etc, implicou uma importante ampliação da colecção de Artes decorativas.Estas obras procediam do encerramento gradual dos conventos femininos ocorrido entre 1886 e 1903. Também, em finais do século XIX, em 1895, foi ampliada a colecção do Museu com as doações que gradualmente iam sendo feitas pelo Conde de Carvalhido.Aproximadamente, uma centena de pinturas vinculadas a diversas escolas. Desde a data da proclamação da República em 1910, foram feitas importantes entregas ao Museu. Cabe destacar algumas obras, como os Painéis de São Vicente de Fora, atribuidos a Nuno Gonçalves e provenientes dos bens confiscados à Igreja; o tríptico das tentações de Santo Antão, de Hyeronimus Bosch, que se encontrava nas colecções Régias, (Real Palácio das Necessidades), assim como obras peninsulares, italianas e flamengas adquiridas por um valor simbólico ao poeta Guerra Junqueiro em 1917.Em 1911, procedeu-se a uma reorganização das colecções, transferindo-se algumas delas para o novo Museu Nacional de Arqueologia e outras para o também recente Museu de Arte Contemporânea, denominado Museu do Chiado desde 1994. Este último acolheu obras que naquela época tinham uma antiguidade máxima de 100 anos. Tendo redestribuido as colecções e adaptado as instalações, o anteriomente denominado Museu nacional de Belas Artes e Arqueologia toma o nome defiinitivo de Museu Nacional de Arte Antiga. É com este nome e com o perfil museológico na altura atribuído, que continua até aos nossos dias.

















segunda-feira, julho 20, 2009

António C. de Silva Porto - Colheita - Ceifeiras


Colheita - Ceifeiras c. 1893, óleo sobre tela 90,5 x 120,3 cm
Museu Nacional de Soares dos Reis Porto, Portugal







Aqui está a razão porque as mulheres detestam futebol!

Os Gatos


Era tão bom...se a vida fosse assim tão fácil!

O Garoto de Charlot - The Kid

Para quem como eu gosta de filmes deste grande actor que foi Charlie Chaplin, rever o filme O Garoto de Charlot é sempre um grande prazer. O filme intitulado The Kid, foi realizado e estreado no longínquo ano de 1921 é obviamente um filme mudo a preto e branco e como quase todos os filmes de Charlie Chaplin, vulgo Charlot é uma comédia que se vê com uma pequena lágrima ao canto do olho, e não é sem razão que o filme é tido como uma comédia dramática. O filme teve um sucesso estrondoso, foi visto por milhares de pessoas, os cartazes promocionais do filme, tal como o que aqui aparece ,são hoje ícones artísticos e catapultou Charlie Chaplin para a galeria dos actores imortais. O enredo conta a história de um bebê que é abandonado pela mãe que não tem condições de criá-lo e que é encontrado e criado por um vagabundo, (Charlie Chaplin). Conforme os anos se passam, o garoto e o vagabundo tornam-se uma dupla perfeita, vivendo de pequenos esquemas mais ou menos recambolescos, a fim de conseguirem dinheiro para seu sustento.
Uma das cenas mais dramáticas e tocantes do filme é quando o vagabundo tenta impedir que dois polícias levem o garoto, uma vez que ele não é o seu tutor legal.
Há quem diga que neste filme Charlie Chaplin demonstra uma sensibilidade fora do comum talvez devido ao facto dele próprio ter perdido o seu filho no início das gravações.
É sem dúvida um filme, dramático, cómico, muito sensível e em que Charlie Chaplin, assim como Jackie Coogan, o actor que faz de garoto, revelam um talento indiscritível. Devido a essa mistura de comédia e drama o filme revela logo no seu início que estamos perante "um filme com um sorriso e talvez uma lágrima, " a picture with a smile, and perhaps a tear..." Um filme a Ver ou a Rever...com um pacote de lenços no sofá!

Hieronymus Bosch - As Tentações de Santo Antão

Jeroen van Aeken, cujo pseudónimo é Hieronymus Bosch, e também conhecido como Jeroen Bosch, nasceu em s-Hertogenbosch na Holanda em 1450 e morreu na mesma cidade em Agosto de 1516. Foi um pintor e gravador flamengo dos séculos XV e XVI.
Muitos dos seus trabalhos retratam cenas de pecado e tentação, recorrendo à utilização de figuras simbólicas algo complexas, originais, imaginativas e caricaturais, muitas das quais eram obscuras mesmo no seu tempo.
Pintores alemães como Martin Schongauer, Matthias Grünewald e Albrecht Dürer influenciaram a obra de Bosch. Apesar de ter sido quase contemporâneo de Jan van Eyck, seu estilo era completamente diferente.
Especula-se que sua obra terá sido uma das fontes do movimento surrealista do século XX, que teve mestres como Max Ernst e Salvador Dalí.
Pieter Brueghel o Velho foi influenciado pela arte de Bosch e produziu vários quadros em um estilo semelhante.Sabe-se muito pouco sobre a sua vida. O pouco que se sabe é que terá sido iniciado nas lides da pintura na oficina do pai (ou de um tio), que também era pintor e que raramente terá saído para fora da sua terra natal. Especulou-se também, durante muito tempo, ainda que sem provas concretas, que o pintor terá pertencido a uma (das muitas) seitas que na época se dedicavam às ciências ocultas. Lá teria adquirido inúmeros conhecimentos sobre os sonhos e a alquimia, tendo-se dedicado profundamente a esta última. Por essa razão, Bosch teria sido perseguido pela Inquisição. A sua obra também sofreu a influência dos rumores do Apocalipse, que surgiram perto do ano de 1500.
Existem registos de que em 1504 Filipe o Belo, rei da Borgonha encomendou a Bosch um altar que deveria representar o Juízo final, o Céu e o Inferno. A obra, actualmente perdida (sem unanimidade julga-se que um fragmento da obra corresponde a um painel em Munique, valeu ao pintor o reconhecimento e várias encomendas posteriores. Os primeiros críticos de Bosch conhecidos foram os espanhóis Filipe de Guevara e Pedro de Singuenza. Por outro lado, a grande abundância de pinturas de Bosch em Espanha é explicada pelo facto de Filipe II de Espanha ter coleccionado avidamente as obras do pintor.
A obra que aqui aparece, denominada de As Tentações de Santo Antão retratam a vida deste devoto eremita que aqui é sujeito a todas as tentações e torturas que a maginação diabólica e cruel de Bosch pode convocar. O mal espreita a todos os cantos - uma mulher sedutora esconde-se numa árvore deformada - um monstro irrompe de um fruto enorme quase podre, por toda a cena reinam criaturas ameaçadoras, sobrenaturais. O inferno devastador ao fundo, insinua o destino que espera a todos aqueles que sucumbem ao mal. O estilo de Bosch é único, sem paralelo na tradição pictórica holandesa.A sua obra em nada pode ser comparada à dos artistas da altura, tais como Van Eyck der Weyden. A maior parte dos temas de Bosch gira à volta de cenas da vida de Cristo, ou de algum santo que se confronta com o mal e o pecado, ou são alegorias acerca da insensatez do ser humano.A sua obra parece estranhamente actual, até porque quatrocentos anos mais arde, a sua influência viria a revelar-se no Expressionismo e, mais tarde ainda, no Surrealismo.

Esta obra de Bosch intitulada de "As Tentações de Santo Antão", foi realizada em 1505? é Óleo sobre madeira (Tela?) tem 131,5x172cm, e pode ser vista no Museu Nacional de Arte Antiga em Lisboa.
Tríptico das Tentações de Santo Antão (algumas curiosidades):
1- Painel Central - A Tentação de Santo Antão
2- Aba esquerda-anverso - Desfalecimento do Santo.
3- Aba direita-anverso - A Tentação da Carne.
4- Aba esquerda- reverso - Prisão de Jesus Cristo.
5- Aba direita-reverso - A Caminho do Calvário.
Número de Inventário: 1498 (n° 231)
Data de Incorporação no Museu : 1913.
Referência à obra: segundo Vieira Santos(1854) a referência mais remota data do último terço do século XVI e encontra-se no processo de Damião de Góis (tribunal do Santo Ofício). Nada há de concreto acerca das vicissitudes que o tríptico sofreu até meados do século XIX quando fazia parte da colecção de obras-de-arte existente no Real Palácio das Necessidades, considerado por D. Fernando II, o rei artista, como uma das melhores peças da sua vasta colecção de obras de arte.
Adquirida em Londres????

Ser Mulher


sábado, julho 18, 2009

Uma Boda bem Molhada!

Arnold Bocklin - Combate de Centauros

Pintor suíço, nascido no ano de 1827, e falecido em 1901, em Basileia, na Suíça, Arnold Böcklin formou-se em pintura na Academia de Düsseldorf, tendo tido como seu mestre Johann Schirmer. Foi artisticamente influenciado pelas obras de Thomas Couture e de Camille Corot, aquando da sua visita à cidade de Paris, em 1848. Esteve posteriormente em Roma, entre os anos de 1850 e 1857, onde, à semelhança de outros artistas do seu tempo, fez cópias de obras da Antiguidade Clássica. Esta vertente artística patenteou-se em algumas das suas obras, nomeadamente as realizadas após travar conhecimento com o pintor Hans von Marées na cidade de Florença, em 1874, que possuía a mesma inclinação para as formas e temas clássicos. Do conjunto de obras que observou, copiou e estudou em Itália seriam os trabalhos de Rafael que mais o marcariam. Por outro lado, retirou elementos das naturezas presentes nos quadros de pintores quinhentistas e seiscentistas do Norte da Europa, como Salomon von Ruysdael, Albrecht Dürer e Mateus Grünewald, que aliou a temáticas próprias do Romantismo Alemão. Tal deu origem a pinturas como A Ilha dos Mortos, de 1880, uma das suas obras mais conhecidas, e que ele caracterizou como "uma imagem para sonhar" (o nome pelo qual a pintura é conhecida foi dado por um comerciante de arte). Todos estes aspectos, reforçados pelos elementos que Böcklin retirou do movimento simbolista francês, contribuíram para a influência exercida sobre pintores do Expressionismo e do Surrealismo, como Salvador Dalí e Giorgio de Chirico. O trabalho de Böcklin desenvolveu-se sobretudo na sua cidade natal e em Munique, tendo-se igualmente destacado na pintura mural (nas escadas do Kunstmuseum de Basileia) e de retratos (A actriz Jenny Janauschek). Algumas das suas obras encontram-se na Nationalgalerie de Berlin, no Metropolitan Museum de Nova Iorque, na Neue Pinakotek de Munique e no Kunstmuseum de Basileia.
A obra que aqui aparece denomina-se O Combate de Centauros e nela Bocklin representa uma sensação de horror, mais do que a sua realidade explícita. Numa paisagem sobrenatural, surgem-nos a figura de heróis centauros, eles dominam a tela, numa coreografia dramática.Grande parte da tensão deste quadro resulta das posses contorcidas e expressões de aflição dos centauros pintados em tons vivos, o que nos transmite uma sensação de drama e emoção. Os ambientes fantásticos, os tons ameaçadores e sombrios e a propensão para uma emotividade perturbadora tornaram-no popular na sua época, tendo vindo a inspirar mais tarde a obra dos expressionistas alemães e dos simbolistas franceses.As suas pinturas alegóricas eram admiradas pelo seu forte impacto e por desafiarem as emoçoes dos espectadores de forma incontornável.
Esta obra denominada O Combate dos Centauros, foi realizada em 1873, é Óleo sobre tela, mede 105x195cm e está no Kunstmuseum em Basileia.

Quando o esconderijo é bom....para quê mudar?

sexta-feira, julho 17, 2009

Cavalos Marinhos







Inferno e Paraíso

"O Paraíso é aquele lugar onde o Humor é Britânico, os Cozinheiros são Franceses, os Mecânicos são Alemães, os Amantes são Portugueses e tudo é Organizado pelos Suíços".

"O Inferno é aquele lugar onde o Humor é Alemão, os Cozinheiros são Britânicos, os Mecânicos são Franceses, os Amantes são Suíços e tudo é Organizado pelos Portugueses!".

Ilha da Madeira - Mercado dos Lavradores / Funchal













Vila de Alenquer

Município português, pertencente ao distrito de Lisboa, composto por dezasseis freguesias (Abrigada, Aldeia Galega de Merceana, Aldeia Gavinha, Alenquer-Santo Estêvão, Alenquer-Triana, Cabanas de Torres, Cadafais, Carnota, Carregado, Meca, Olhalvo, Ota, Pereiro de Palhacana, Ribafria, Ventosa e Vila Verde dos Francos). Em termos demográficos, a população, em 1991, era de 34 100 residentes para uma área bruta de 302 km2, e a variação da população residente entre 1960 e 1991 foi de -3%. A agro-pecuária (com uma importante área vinícola), as indústrias extractiva, têxtil, de curtumes e gráfica são essenciais para a economia municipal. Existe no município a base aérea da Ota. A vila de Alenquer localiza-se a nordeste de Lisboa, é sede de município e registava, em 1991, uma população de cerca de 3900 residentes. património Em termos de património edificado, destacam-se o convento de São Francisco, a igreja de São Pedro (que guarda o túmulo de Damião de Góis), o Castro da Pedra de Ouro (datado de 3000 a. C.) e a igreja de Santa Maria da Várzea. história Alenquer foi conquistada aos mouros por D. Afonso Henriques, em 1148, e por ele reedificada e repovoada. Nela mandou D. Sancho I erguer o Palácio Real, mais tarde convertido no Convento de São Francisco, e do qual resta apenas o pórtico romano-gótico. D. Sancho I doou a vila a sua filha, D. Sancha, que lhe concedeu o primeiro foral, em 1240. Em 1302, D. Dinis renovou-o e, em 1510, D. Manuel reformou-o novamente.

Parque das Conchas / Lumiar - Lisboa

Alvo recente de requalificação, o Parque integra as Quintas das Conchas e dos Lilases e constitui-se como o grande espaço verde do Lumiar. Possui um grande relvado central, a mata em zona mais acidentada e diversos equipamentos de recreio e lazer – parque infantil, lago, área de eventos e parque de merendas são alguns deles.O jardim tem todas as condições para a prática de desporto, como caminhada, jogging,ginática,etc. Possui ainda bar, restaurante e um espaço de informação municipal.Um belo jardim a visitar.

Ainda se lembram?

























quarta-feira, julho 15, 2009

Óscar Wilde - O Livro das Tentações

Óscar Wilde nasceu em Dublin, Irlanda, em 1854. O pai era um reputado médico e a mãe escritora. Wilde foi educado em Trinity College e depois em Osford. Após concluir o curso mudou-se para Londres a fim de iniciar uma carreira literária. Tornou-se um popular dramaturgo, assim como poeta e contista. O drama e a tragédia marcaram a vida de Óscar Wilde. Casou-se com Constance Lloyd em 1884 e tiveram dois filhos, mas em 1891 Wilde apaixonou-se por Lorde Alfred Douglas, com quem manteve uma relação. Julgado por homossexualidade e indecência, foi condenado a dois anos de prisão, época em que escreveu o poema "De Profundis".Foi libertado com a saúde e a reputação para sempre arruinadas. Passou o resto da sua vida em Paris, onde veio a morrer em 1900, de meningite.
O livro que aqui aparece, "O Livro das Tentações",está publicado pela Coisas de Ler, e não é mais do que um apanhado dos mais famosos aforismos e tiradas literárias deste dramaturgo, poeta, cronista e ensaista, para sempre inesquecível.
Eis algumas excertos desta obra:
"Trinta e cinco anos é uma idade muito atractiva. A sociedade londrina está repleta de mulheres bem nascidas que, por escolha própria, se ficaramnos trinta anos. Lady Dumbleton é um bom exemplo.Que eu saiba, tem trinta anos desde que fez quarenta, o que aconteceu há muitos anos".
A importância de de chamar Ernesto
"Os idosos acreditam em tudo; os de meia idade suspeitam de tudo; os jovens sabem tudo".
Frases e Filosofias para o uso dos Jovens
"A única diferença entre um capricho e uma paixão duradoura é que o capricho dura um pouco mais".
O Retrato de Dorian Gray
"Amarmo-nos a nós mesmos é o início de um romance que dura toda a vida".
Um Marido Ideal
"Um homem pode ser feliz com qualquer mulher desde que não a ame".
O Retrato de Dorian Gray
"Sim, o público é maravilhosamente tolerante. Perdoa tudo, excepto o génio".
O Crítico enquanto Artista
"É absurdo dividir as pessoas em boas ou más. As pessoas ou são encantadoras ou entediantes".
O Leque de Lady Windermere
"Adoro escândalos sobre outras pessoas, mas escândalos sobre mim não me interessam. Não têm o encanto da novidade".
O Retrato de Dorian Gray
"As mulheres são para ser amadas, não para ser compreendidas".
A Esfinge sem Segredo

terça-feira, julho 14, 2009

Os Gatos


O Som da Chuva

Um Coro Fantástico. Que bem que eles Cantam e Encantam!
Escutem o som da chuva...feito pelas mãos e pés!
Performance Fantástica!
Vale a pena Ver e Rever!!!
http://www.wimp.com/choirhands/

segunda-feira, julho 13, 2009

Como saber se o teu Namorado é Anjo ou Demónio

Patricia Carlin é uma escritora norte-americana, vive na Pensilvânia e é a autora de uma obra muito interessante, intitulada "Como Saber se o teu Namorado é Anjo ou Demónio ( e se deves acabar com ele)" e está editado pela Guerra e Paz.
A obra não é mais do que um pequeno livro de cabeceira para as mulheres que queiram descobrir a verdadeira personalidade dos seus namorados antes de eles se decidirem a fazê-lo!
Com este livro poderemos identificar características de mais de 70 tipos de potenciais namorados e obter conselhos sobre quais preservar e quais deveremos mandar ir dar uma curva!
Assim neste livro poderemos descobrir as pistas que nos levem a desvendar se o nosso namorado é "Casado e tem Filhos", é um "Homossexual" Disfarçado, "Extraterrestre", "Menino da Mamã", "Obsessivo-Compulsivo","Misógino","Narcoléptico","Misantropo","Sacana","Narcisista","Homofóbico","Viciado em Esteróides","Viciado em Pornografia","Vadio","Pedófilo", "Alcoólico", entre dezenas de outros tipos de homens.
Um bom guia para as namoradeiras precavidas!

Por terras de Portugal

Abre o Link abaixo indicado.
Clica na foto da terra que queres ver e saberás mais um pouco, sobre a mesma e...Boas Férias!
http://www.flickr.com/photos/vitor107/sets/

domingo, julho 12, 2009

Tesouro Artístico da China

SEGUE AS INSTRUÇÕES. VAIS VER UMA MARAVILHA.
É preciso paciência pois demora um bocado a carregar, mas vale a pena!!!
Vai com calma e passeia neste longo quadro. Desloca o cursor de um lado para o outro. Logo que apareçam os quadrados brancos clica neles. E aguardem para ver o filme que está dentro de cada um. É um quadro chinês muito célebre. As pessoas fazem fila de horas no museu de Xangai para o ver. O quadro foi pintado cerca de 1085-1145, durante a dinastia da "Canção do Norte".
É considerado como um dos grandes tesouros da China e foi exposto no museu de arte de Hong-Kong no ano passado.
http://www.npm.gov.tw/exh96/orientation/flash_4/index.html

quinta-feira, julho 09, 2009

Edvard Munch - O Grito

Edvard Munch, nasceu em Lote em 1863 e morreu em Oslo em 1944. Frequentou a Escola de Artes e Ofícios de Oslo, vindo a ser influenciado por Courbet e Manet. No campo das ideias, o pensamento de Henrik Ibsen e Bjornson vão marcar o seu percurso inicial. Este pintor norueguês vai utilizar a pintura como uma arma destinada a lutar contra a sociedade. Os temas sociais estão assim presentes nas suas obras O Dia Seguinte e Puberdade pintadas em de 1886.
Com A Menina Doente 1885 inicia uma temática que surgiria como uma linha de força em todo o seu caminho artístico. Fez inúmeras variações sobre este último trabalho, assim como sobre outras obras, e os seus sentimentos sobre a doença e a morte, que tinham marcado a sua infância (a mãe morreu quando ele tinha 5 anos, a irmã mais velha faleceu aos 15 anos, a irmã mais nova sofria de doença mental e uma outra irmã morreu meses depois de casar; o próprio Edvard estava constantemente doente), assumem um significado mais vasto, transformados em imagens que deixavam transparecer a fragilidade e a transitoriedade da vida. Quando vai viver para Paris, Edvard Munch descobre a obra de Van Gogh e Gauguin e indubitavelmente o seu estilo sofre grandes mudanças.
Em 1892 recebe um convite para expor em Berlim. Esse convite torna-se num momento crucial da sua carreira e da história da arte alemã. Inicia um projecto que intitula O Friso da Vida.
Aos trinta anos ele pinta talvez aquela que seja a sua obra mais emblemática e mais conhecida a níve, mundial O Grito considerada a sua obra máxima, e uma das mais importantes da história do expressionismo.

O quadro aqui representado retrata a angústia e o desespero e foi inspirado nas decepções do artista tanto no amor quanto com seus amigos. O Grito é uma das peças da série intitulada The Frieze of Life [O Friso da Vida]. Os temas da série recorrem durante toda a obra de Munch, em pinturas como A Menina Doente (1885), Amor e Dor (1893-94), Cinzas (1894) e A Ponte. Rostos sem feições e figuras distorcidas fazem parte de seus quadros.
Em 1896, em Paris, interessa-se pela gravura, fazendo inovações nesta técnica. Os trabalhos deste período revelam uma segurança notável. Em 1914 inicia a execução do projecto para a decoração da Universidade de Oslo, usando uma linguagem simples, com motivos da tradição popular.
Munch retratava as mulheres ora como sofredoras frágeis e inocentes, isso é visível nas suas obras Puberdade e Amor e Dor, ora como causa de grande anseio, ciúme e desespero, tal como é notório em Separação, Ciúmes e Cinzas. As últimas obras pretendem ser um resumo das preocupações da sua existência.Toda a obra está impregnada pelas suas obsessões: a morte, a solidão, a melancolia, o terror das forças da natureza.
O Grito, no original Skrik, foi pintada por Munch em datada de 1893/4. A obra representa uma figura andrógina num momento de profunda angústia e desespero existencial. O pano de fundo é a doca de Oslofjord (em Oslo) ao pôr-do-Sol. O Grito é considerado como uma das obras mais importantes do movimento expressionista e adquiriu um estatuto de ícone cultural, a par da Mona Lisa de Leonardo da Vinci.
A obra foi já roubada e mais tarde recuperada.
Esta obra de Munch é Óleo sobre madeira, tem 83.5x66 cm pode ser apreciada no E.Munch Museu em Oslo.



Lisboa - Verão de 2005


Lisboa - Maio de 2009


Tunísia - Dezembro de 2007


Ferragudo - Primavera de 2006


Rapariga com Cócegas! Giríssimo!!!

Clica em qualquer parte do corpo da miúda e vê o que ela faz. Reparem que os movimentos quase nunca se repetem e se tu ficares algum tempo sem fazer cócegas, ela faz gestos.

Sinaléticas de WC - So Cool!











Houve tempos em que as Sinaléticas dos WC eram feitas num simples indicativo de "Senhores" / "Senhoras". Agora a Arte chegou a essas sinaléticas. Algumas mais simples, outras mais arrojadas e algo cómicas não deixam de ser uma lufada de ar fresco para e entrada desses necessários compartimentos. Eis algumas dessas divertidas e novas sinaléticas.

terça-feira, julho 07, 2009