segunda-feira, agosto 31, 2009

Casas Estranhas













Frases soltas....

"Os homens juntam os erros das suas vidas e criam um monstro a que chamam destino"
John Hobbes
"E assim me deito toda a noite ao lado da minha querida, minha vida e minha noiva, no sepulcro, lá junto ao mar, no seu túmulo, junto ao mar murmurante".
Edgar Alan Poe
"Sonha como se vivesses para sempre. Vive como se fosses morrer hoje"
James Dean
"Senhor, faz com que eu possa sempre desejar mais do que possa alcançar".
Michelangelo
"O que eu ouço, esqueço;
o que vejo, recordo;
o que faço, compreendo".
Confúcio
"O leopardo quando morre deixa a sua pele.
O Homem quando morre deixa a sua reputação".
Provérbio Chinês
"Visão sem acção não é mais do que fantasia, acção sem visão é apenas um pesadelo".
Provérbio Japonês
"Só o mais sábio dos homens e o mais estúpido dos homens nunca mudam".
Confúcio
"Não é por as coisas serem difíceis que não temos ousadia. É por não termos ousadia que as coisas são difíceis".
Séneca
"Somos aquilo que fazemos consistentemente. Assim a excelência não é um acto mas sim um hábito".
Aristóteles

Pont Neuf,Paris coberta por J.Christo

Javacheff Christo escultor associado a tendências como a Arte da Terra, tornou-se mundialmente famoso por embrulhar"coisas". Aqui na imagem apresenta-se o imenso trabalho escultórico que criou ao embrulhar um dos símbolos de Paris - A Pont Neuf - em telas espessas, atadas por cordas. A transformação temporária da ponte numa obra de arte constituiu uma nova forma de escultura. Ao cobri-la de tecido, o artista chamou a atenção das pessoas para os pormenores escultóricos da ponte, enquanto criava um magestoso e misterioso objecto de beleza. Esta acção serviu igualmente para realçar a importância da preservação de tais monumentos históricos. Essa ideia de transformar objectos familiares é típica dos Novos Realistas, um movimento fundado em 1960.
Nascido na Bulgária, J.Christo foi viver para Nova Yorque em 1964. Em 1976, completou a sua obra Running Fence, uma vedação de tecido branco, percorrendo as colinas da Califórnia ao longo de 40 km.
J.Christo nsceu em Gabrovo em 1935.
A Pont Neuf em Paris, foi embrulhada em 1985 com tela e corda, um trabalho posteriormente desmontado.

Delírio

É o meu mel
que eu cheiro na tua boca

É no teu pénis
que eu bebo a sede toda

Nos teus lábios abertos
que me vencem eu nado devagar sem ter vergonha
É a lagoa - eu digo
de veludo
É o grito - eu sei
na raiva solta

É a proa do prazer sobre o lençol
onde mais tarde vai rebentar a onda

Secreto é o ruído dos corpos
no combate

Os elmos já depostos pelo chão
caídas as viseiras e as máscaras
o vestido misturado à armação

São fulvos os cavalos
com as patas cor de pó
tropeçando na paz adormecida

Eu levo a bandeira
do orgasmo
E "para tão grande amor é curta a vida".
Maria Teresa Horta
Só de Amor

domingo, agosto 30, 2009

Ribeira de Ilhas-Ericeira

A praia de Ribeira de Ilhas, na Ericeira, é um cantinho do paraíso em Portugal. É uma praia muito conhecida a nível internacional, talvez mais do que a nível nacional, tem uma configuração muito bonita, é relativamente pequena, muito bem frequentada, com equipamentos óptimos ( e que fazem corar de vergonha algumas praias algarvias). O amar é relativamente calmo. O senão desta praia fica a nível do parqueamento de carros, muito pequeno, o que obriga os condutores a darem tratos à imaginação para conseguirem estacionar o carro. Os acessos pedonais são feitos através de uma elevada escarpa, que actualmente possui uma imensa escadaria. A vista desta escadaria é espetacular e para aumentar a beleza da praia foi contruido um miramar, com bancos de onde se poderá assistir ao fim do dia a um espetacular pôr do sol, como as imagens documentam. A praia tem uma escola de Suf, o que faz com que o movimento de surfistas ao longo do dia seja imenso, aliás poucas são as pessoas que não possuem ali uma prancha de surf. A praia é muito frequentada também por muitos banhistas estrangeiros, talvez atraídos pela fama da mesma. A Ericeira tem vindo há alguns anos a melhorar as suas infra estruturas balneares o que faz com que actualmente seja um polo turistico a ter em atenção. Uma visita à praia de Ribeira de Ilhas é de facto garantia de um dia bem passado.








quinta-feira, agosto 27, 2009

A Maior Flor do Mundo

A Maior Flor do Mundo
Filme animado de Emilio Arâgon, baseado num conto de José Saramago.
Muito Bonito
http://www.youtube.com/watch?v=-KTL94Rl7CI

quarta-feira, agosto 26, 2009

Marilyn Monroe


Nome real: Norma Jean Baker
Data de nascimento: 01/ 06 / 1926
Data falecimento: 05 / 08 / 1962
Olhos: Azuis
Cabelos : Loiros ( pintados )
Altura: 1,68 m
Local : Los Angeles,CA.
Nome da mãe: Gladys Pearl Monroe
Nome do pai: Stanley Gifford
Primeiro marido: James Dougherty
Segundo marido: Joe DiMaggio
Terceiro Marido: Arthur Miller
Primeiro papel de destaque: Torrentes de Paixão
Último filme: Os Inadaptados


Amor

Amo-te muito, muito!
Reluz-me o paraíso
Num teu olhar fortuito,
Num teu fugaz sorriso!

Quando em silêncio finges
Que um beijo foi furtado
E o rosto desmaiado
De cor-de-rosa tinges,

Oh!se essa nudez tua
É como a que eu conservo
Lá quando à noite observo
O que no céu flutua;

Amamo-nos!não cabe
Em nossa pobre língua
O que a alma sente, à míngua
De voz...que só Deus sabe!

João de Deus, in Campo de Flores
Tomo I

Ser Benfiquista

Isto de ser Benfiquista...tem sempre muitas e boas vantagens!
Ah...é verdade...eu também sou ferrenha Benfiquista!

quarta-feira, agosto 05, 2009

Férias de um Português em crise?


Aquecimento Global

Se nós desistirmos, os animais também desistem!
Extraordinário vídeo de sensibilização para o problema do aquecimento global.
("Stop Global Warming", campanha Quercus / Agência McCann Portugal)

Sir Lawrence Alma Tadema- Ask Me No More-1906




terça-feira, agosto 04, 2009

Use Preservativo

As razões do uso do preservativo!
http://tube.aeiou.pt/view4exkl6x0c08lfhniznnj

Marc Chagall - Por Sobre a Cidade

Nascido na Rússia na cidade de Vitebsk e tendo morrido em Fança em Saint Paul de Vence em 1985, nuito da imagética de Marc Chagall estava profundamente enraizada no folclore judeu da sua infância. O seu estilo ao mesmo tempo sofisticado e infantil, combinava sonho e realidade em composições coloridas.
Chagall, foi forçado a abandonar a Rússia, uma vez que o regime exigia um determinado tipo de arte, acabando por dividir o seu tempo entre os Estados Unidos da América e a França. Foi um artista muito produtivo, uma vez que pintou e desenhou mosaicos, cenários, tapeçarias, etc. As suas obras podem ser encontradas em muitos edifícios públicos.
Neste quadro, verificamos que por cima de uma cidade cheia de casas e celeiros de madeira simples, duas figuras fantásticas voam através dos céus. A mão do homem pousa suavemente sobre um dos seios da mulher. Parecem ser amantes, talvez em fuga. A fantástica e ingenuamente ordenada cidade, pintada em blocos de cor, com as suas bonitas cercas de madeira e tons quentes, revela o interesse de Chagall pelos contos de fadas e pela fantasia.
Este quadro, denominado de "Por sobre a Cidade", foi realizado em 1915, é Óleo sobre tela, tem 48,5x70,5cm e faz parte de uma Colecção Particular.

segunda-feira, agosto 03, 2009

Casamento Divertido

Se querem ver uma entrada de casamento na igreja super divertida cliquem no link e dancem, dancem....
Sensasional!
http://www.youtube.com/watch?v=4-94JhLEiN0< http://www.youtube.com/watch?v=4-94JhLEiN0>

sábado, agosto 01, 2009

Os Gatos


Fred Astaire e Leanor Parker -Beguin the Beguine

Um momento de dança fabuloso,lindo, intemporal.
Fred Astaire e Leanor Powell, em Beguin the Beguine, com música de Cole Porter.
Diz a lenda que este momento de dança foi filmado num take sem interrupções!Incrível!
Tal diz Frank Sinatra em voz off, "não se voltará a ver algo assim"!

Sandro Botticelli - A Primavera

Sandro Botticelli, nasceu em Florença em 1445, foi batizado com o nome de Alessandro Di Mariano Filipepi e era filho de um curtidor de couro. O nome Botticelli foi derivado do apelido de seu irmão mais velho, Giovani, conhecido como Il Botticello (o pequeno barril). Ainda na infância, tornou-se aprendiz de ourives, mas logo descobriu sua preferência pela pintura. Foi estudar com Fra Filippo Lippi, um dos mais admirados mestres florentinos da época. Depois trabalhou com o pintor e gravador Antonio Del Pollaiuolo. Em 1470, já tinha o próprio ateliê em Florença. Ficou famoso por seus retratos, e alguns historiadores acreditam que foi por causa deles que começou a ser patrocinado pela família Médici, que dominava Florença na época. Botticelli pintou não apenas Giuliano, irmão do poderoso Lorenzo de Médici, como também fez retratos póstumos de seu avô Cosimo de Médici e de seu pai, Piero. As feições dos membros da família Médici também foram usadas para compor os personagens do quadro Adoração dos Magos (1476-1477). Influenciado pelo neoplatonismo cristão – que pretendia conciliar as idéias cristãs com as clássicas –, pintou cenas mitológicas, como A Primavera (c. 1478) e O Nascimento da Vênus (após 1482). Também fez muitos quadros com temática religiosa. Destacam-se: A Virgem Escrevendo o Magnificat (década de 1480), A Coroação da Virgem (1490), A Virgem com o Menino e Dois Santos (1485), São Sebastião (1473-1474) e um afresco sobre Santo Agostinho (1480). Em 1481 foi chamado a Roma para trabalhar na decoração da Capela Sistina, no Vaticano, onde pintou os afrescos As Provas de Moisés, O Castigo dos Rebeldes e A Tentação de Cristo. Os anos que se seguiram a 1494 foram difíceis para a cidade de Florença: os Médicis foram depostos e o monge domenicano Girolamo Savonarola instaurou um governo republicano. Idealista ascético, Savanarola criticava a corrupção da Igreja. Botticelli tornou-se devoto seguidor das idéias do novo governante e a tensão espiritual do período se refletiu em duas de suas pinturas, Crucificação Mística (1497) e Natividade Mística (1501). Totalmente dedicado à sua arte, Sandro Botticelli jamais casou ou teve filhos. Morreu em Florença em 1510.
Neste quadro vemos as vestes diáfamas das três graças, as mãos elegantes de Vénus e o vestido florido usado por Flora. Esta combinação perfeita, faz com que esta obra acabe por reflectir a requintada arte de desenhar da escola florentina da época e onde Botticelli cria um traço gracioso, delicado, quase feminino.Muitos dos seus quadros contêm um significado filosófico e alegórico; a simbologia de A Primavera, em particular, tem sido alvo de acesso debate. Botticelli, por influência do carismático religioso Savonarola, viria mais tarde a pintar muito menos quadros de cariz mitológico.Aquando da sua morte, Botticelli não era muito popular. Foi redescoberto no século XIX pelos Pré-Rafaelitas, que admiravam de modo particular o traço delicado deste artista renascentista.
Esta obra denominada de "A Primavera", foi pintada entre 1470/80, é Têmpera sobre madeira, tem 175,5x278,5cm e pode ser visto na Galleria degiUffizi, em Florença.

Whale Song

O que aconteceria se pudesses escrever uma música de amor para uma baleia?
E se uma orquestra fosse ao meio do oceano tocá-la?
Para ver o vídeo, clique aqui:

http://tube.aeiou.pt/whalesong

Horas Extras no Escritório

Horas extra no escritorio.
Como fingir que se trabalha até tarde...
Para ver o vídeo, clique aqui:
http://tube.aeiou.pt/working-late

Lisboa vista de Helicóptero

Imagens de Portugal (desde a zona de Lisboa até ao extremo sul) vistasde helicóptero, desta agência de turismo. Vale a pena ver !!!!
www.falcaoazul.com
Deixem correr… ou seleccionem à direita da página.
BOA VIAGEM!!!

sexta-feira, julho 31, 2009

Os Gatos


Designer Original

Para quem gosta de artigos originais, engraçados e arrojados, eis uma amostra do que se vai criando por este mundo fora.
































Primeiras Páginas dos Jornais de Todo o Mundo

Cada bolinha laranja nos mapas equivale a um jornal Escolhe o continente, estado, país, cidade.
Todos os dias tens a 1ª página de cada jornal.
Ao pressionar sobre a bolinha desejada aparece, ao lado, a 1ª página dos jornais.
Clicando sobre a bolinha, tens a página em tamanho maior, para facilitar a sua visualização.
E na parte superior da página ampliada está o link para aceder ao jornal!
http://www.newseum.org/todaysfrontpages/flash/

quarta-feira, julho 29, 2009

Francisco Henriques - Degolação dos Cinco Mártires de Marrocos

Francisco Henriques nasceu em 1518 na Flandres ? em Portugal? (não se sabe ao certo).O que se sabe é que foi um pintor bastante activo em Portugal no início do século XVI.
Pouco se conhece sobre sua vida, mas é certo que chegou em Portugal vindo de Bruges, onde pode ter sido aluno de Gerard David. Parece que o seu primeiro trabalho em Portugal foi o retábulo da Sé de Viseu, liderando uma oficina da qual participava Vasco Fernandes, então um jovem aprendiz.
Depois trabalhou na decoração de várias igrejas, especialmente na Igreja de São Francisco de Évora que eventualmente terá realizado com o auxílio de colaboradores. São-lhe atribuídos também os painéis das capelas laterais a mesma igreja, hoje quase todos no Museu de Arte Antiga. As obras que lhe são atribuídas mostram um perfeito domínio do métier, seguindo um estilo gótico tardio de grande elegância.

O painel que aqui aparece fazia parte de um conjunto mais amplo, o Retábulo da Capela Maior de São Francisco em Évora.
O tema da obra, A Degolação dos Cinco Mártires de Marrocos é um tema com fortes raízes portuguesas. Os restos dos cinco frades degolados descansam no Mosteiro de Santa Cruz em Coimbra e são objecto de uma grande devoção desde o princípio do século XVIII. A obra denota formação flamenga por parte do pintor e isso é visível no carácter quase patético da situação que se dilui através do tratamento da composição, das cores e das circunstâncias ambientais.O autor apresenta a tragédia como uma acção quase da quotidianidade, senão vejamos: no centro da obra, um homem inclinado ergue a espada disposto a degolar um frade, ajoelhado a seus pés. Esta figura não tem no seu rosto a agressividade de um assassino. Pela indumentária e pela atitude, poderia até fazer parte de uma algazarra popular, ou de uma figuração qualquer em que estivesse a degolar um animal para consumo doméstico.A vestimenta vermelha e branca atrai a nossa atenção, destacando-se como o centro da obra. Por detrás dessa figura central, uma segunda figura segura na cabeça recém-cortada de outro frade.A delicadeza com que coloca a cabeça do monge sobre o corpo do qual se separou é digna de atenção.Mais atrás encontram-se outros três homens que parecem colaborar na matança.Os religiosos degolados, vão-se amontoando aos pés da figura central, criando uma base ascendente e triangular para esta composição.Sem dúvida uma composição estranha!
Esta obra denominada de "Degolação dos Cinco Mártires de Marrocos", tem 144,5x87cm, é Óleo sobre madeira, e pode ser vista no Museu de Arte Antiga em Lisboa.

Relógio da Vida

Cliquem no link abaixo indicado e tomarão conhecimento do que vai acontecendo por este mundo fora, através de contagem horária.
Não deixa de ser impressionante!
www.poodwaddle.com/clocks2pw.htm

Loucura

"O mundo é dos loucos e acredito que essa loucura nada tem de saudável" .
Mª Fátima Pereira

Os Gatos


Sócrates e a Tempestade Perfeita

segunda-feira, julho 27, 2009

Pieter Brueghel - Obras de Misericórdia

O que representa este quadro de Pieter Brueghel?
Uma cena de costumes da época?
Representação religiosa ou condenação sócio-política?
Oficialmente o artista representa um tema religioso muito difundido na época do Barroco. Na metade inferior da pintura, vemos um nutrido grupo de aldeões que leva a cabo, com popular afã, actividades que denotam a sua precaridade: vestir pessoas nuas, dar de comer a famintos, visitar doentes...em suma, misérias quotidianas. Na metade superior do quadro, vemos construções simples, divididas em dois grupos na rua principal. Essas construções denunciam a pobreza de quem lá vive.Para mostrar o interior da casa Brueghel utiliza um habitual recurso da pintura de quatrocentos: as casas aberta, como vemos nos quadros das Anunciações da Virgem. Só que no seu interior não há uma jovem Maria, nem aquele que entra é um anjo anunciador da vida. A imagem do anjo que cruza o umbral sugere...a morte!
Ao fundo, uma paisagem...desoladora.O artista povoa este quadro de todo um conjunto de minúcias, que preenche com cores viva, sobre fundos em tons terra, realçados pelo frio azul do céu. Centrada no meio da composição a velha mais andrajosa dá a mão a uma criança.Enfatiza-se também nesta obra o patético de um paralítico que se arrasta para chegar à comida existente nuns delicados cestos de pão, através dos quais Brueghel, não parece ter outra intenção, senão a de executar uma magnífica natureza morta!
É uma imagem do patético social.
Num mundo presidido por tamanha mendicidade, a solução não parece estar na misericórdia pontual. Sob uma aparência de costumes e de um título religioso, Pieter Brueghel denuncia mais a miséria do que anuncia a caridade!
Um quadro magnífico.
Esta obra de Pieter Brueghel, denominada de "Obras de Misericórdia", tem 41,5x56cm é Óleo sobre madeira e pode ser vista no Museu de Arte Antiga em Lisboa.

Como se livrar do Amante na manhã seguinte!

Já tiveram aquela sensação de acordar ao lado de um tipo na manhã seguinte, olhar para ele e dar conta da idiotice que foi ter passado a noite com semelhante criatura?
-Sim, já!!!! Então como nos livramos dele?
Vejam o video e aprendam a lidar com semelhante situação!

domingo, julho 26, 2009

Flores



























Aprende a tirar um fino!

Queres aprender a tirar um fino????Então aprende e diverte-te!
Está um espaaaaanto! O que os publicitários fazem para promover um produto!
Com o rato pode-se rodar o copo, fazê-lo subir ou descer e abrir ou fechar a torneira.
Tenta!Eu tentei e fui um autêntico desastre, de facto não sirvo para Barwoman!
http://www.1001-bieres.com/1001-bieres-tireuse.swf

Só de Passagem

Só de passagem ...
Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo no Egipto, com o objectivo de visitar um famoso sábio.O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros.As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? Perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:
- E onde estão os seus...?
- Os meus?! Surpreendeu-se o turista.
- Mas estou aqui só de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio.
"A vida na Terra é somente uma passagem... No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem-se de ser felizes."

sábado, julho 25, 2009

Pieter Brueghel - Casamento de Camponeses

Este quadro de Pieter Brueghel, o Velho, convida-nos a uma animada festa para comemorar o casamento de dois camponeses.A riqueza de pormenor desta obra é reveladora da capacidade de Brueghel para capturar a natureza simples dos camponeses.Os personagens embriagados e cambaliantes que dão vida às animadas cenas de Brueghel são exacamente o oposto do ideal italiano de perfeição apurada. No entanto, a obra de Brueghel baseada na observação da vida do dia-a-dia, é mais real e humana. Consta que o pointor costumava disfarçar-se para poder participar nos alegres convívios dos camponeses, o que levou a que viesse a ser chamado de "Brueghel Camponês". No entanto, a sua técnica era tudo menos rude; a forma cuidadosa como aplicava as finas camadas de tinta revelam um extraordinário sentido de riqueza e variedade de cores.
Este quadro intitulado, "Casamento de Camponeses", foi realizado entre 1566/7, é Óleo sobre madeira, tem 114,3x162,6 cm e está exposto no Kunsthistorisches Museum, em Viena.

Os Gatos


O Melhor Amigo-Um Bom Spot Publicitário

Jacqueline Kennedy e Michelle Obama/ Um artigo de José C. Saraiva


Quando chegou à Casa Branca em 1961, com 31 anos, Jacqueline Kennedy tinha acabado de dar à luz o seu segundo filho, John. Na altura, definiu as suas prioridades como «tomar conta do Presidente» e educar os filhos. Mas, desde que visitara a residência do Chefe de Estado dos EUA_com a sua mãe, 20 anos antes, achando-a decadente e descuidada, que alimentava o desejo de lhe devolver a dignidade perdida. Já como primeira-dama, afirmou que queria tornar aquela a «casa mais perfeita dos Estados Unidos».
Para isso, concebeu o livro A Casa Branca: Um Guia Histórico, cujas vendas reverteram a favor do restauro, fez um apelo público à doação de mobiliário de época e fez ainda aprovar uma nova lei. Em pouco tempo, com as crianças Kennedy e uma aparência renovada, a Casa Branca ganhava uma nova vida.
Cerca de meio século depois, Michelle Obama chegou ao n.º 1600 da Pennsylvania Avenue sob o signo da mudança. E, de facto, a sua elegância descontraída contrasta com a postura mais rígida de Laura Bush, como se fosse uma lufada de ar fresco a entrar na residência do Presidente.
Michelle é, como Jackie, uma esmerada mãe de família. Mas é também uma líder inspiradora com uma personalidade forte, suportada por uma inteligência incontestada. O seu brilhante curriculum inclui estudos em Princeton e Harvard, duas das mais prestigiadas universidades norte-americanas. E o próprio Barack Obama confidenciou mais tarde que, já como advogada, Michelle chegou a repudiar uma primeira investida do futuro Presidente, incerta de que ele seria suficientemente dotado...
Jackie, embora se tenha tornado um ícone da moda, possuía também uma formação sólida e um passado escolar brilhante. Amante de arte, conseguiu trazer a Mona Lisa à capital dos EUA. Estudou um ano na Sorbonne, em Paris, e licenciou-se em literatura francesa. Era ela quem recolhia citações literárias para o seu marido usar nos discursos. Venceu um concurso da Vogue francesa, entre mais de 1.200 candidatos, com o trabalho Pessoas que Gostava de Ter Conhecido (sobre Oscar Wilde, Baudelaire e Diaghilev), mas teve de recusar o prémio, que passava por um estágio de seis meses em Paris.
Em Março de 2009, a mesma Vogue chamou a Michelle Obama «a primeira-dama porque o mundo ansiava». Foi a segunda primeira-dama dos EUA a figurar na capa daquela publicação, depois de Hillary Clinton.
Michelle tem feito centenas de capas de revistas e preenchido milhares de páginas da imprensa cor-de-rosa. O seu apurado sentido do estilo – que casa a elegância com o conforto – é abundantemente discutido pelos especialistas. Em 2007 a Vanity Fair considerou-a uma das dez pessoas mais bem vestidas do mundo. Segundo a estilista Diane von Furstenberg, Michelle possui «um look inconfundível que equilibra a dualidade das suas vidas», a profissional e a familiar.
Dizem alguns que os seus vestidos que deixam os braços à mostra – um género popularizado justamente por Jackie Kennedy – deram tanto que falar como as medidas adoptadas pelo seu marido._E, quando apareceu de calções aos quadrados e sem cosmética a passear Bo, a nova mascote portuguesa da Casa Branca, as fotos tiradas por paparazzi deram a volta ao mundo.
Depois do ‘incidente’ protagonizado junto da Rainha Elizabeth II, em que abraçou a soberana inglesa que, num gesto raro, retribuiu o abraço, Michelle parece não ter querido arriscar na audiência com o Papa Bento XVI. Para o efeito, ter-se-á inspirado em Jackie, que, ao visitar o Vaticano em 1962, usou um discreto vestido negro, com um véu sobre a cabeça.
Mas os ‘deslizes’ na etiqueta vêm apenas confirmar que a primeira-dama é apenas humana e por isso também erra, contribuindo assim para a imagem de proximidade que dela emana.
Jacqueline caracterizava-se pelo estilo impecável. Onde quer que estivesse – num baile, no descapotável do Presidente ou no Taj Mahal – brilhava com o fulgor de uma estrela de cinema. Era o símbolo perfeito de uma certa aristocracia (há até quem fale em ‘realeza’) norte-_-americana de descendência europeia – além do nome francês, Bouvier, possuía sangue britânico.
Já Michelle definiu-se como um produto do sonho americano: uma pessoa simples que conseguiu chegar ao topo. Descendente de escravos da Carolina do Sul, caracteriza-se por uma elegância discreta. Que o digam os muitos jovens designers que tem promovido. Em poucos meses, Michelle impôs uma nova ordem na hierarquia do estilo.

jose.c.saraiva@sol.pt



quinta-feira, julho 23, 2009

Il Divo - Amazing Grace

Para quem goste deste quarteto de bonitos rapazes e bons cantores um bom vido clip gravada no Coliseu de Roma e com um bónus extra, uma enterevista dada pelos quatro "Apolos", assim como muitas outras conções.
Vale a pena ver e principalmente ouvir.É mesmo muito bonito.

quarta-feira, julho 22, 2009

Coisas de Mulher

Ao contrário dos homens, nós as mulheres temos idiossincrasias que nos levam a encarar as relações sentimentais e as relações sexuais de uma forma tão mais profunda, que isso muitas vezes acaba por assustar os homens e levá-los a fugir de nós como "diabo da cruz".Para um homem, dar uma queca com outra, trair a mulher com quem mantêm uma relação é tão 'normal', que penso que isso está inscrito (se tal seja possível) no seu próprio código genético.
Para nós mulheres a traição não é feita de ânimo leve.Como em tudo na vida há excepção à regra, mas de uma forma geral, a traição na mulher dá-se ou faz-se quase sempre de uma forma mental. Pensamos e desejamos o outro, seja ele nosso colega de trabalho ou não, seja um vizinho, seja o marido ou namorado de uma amiga ou conhecida, mas muitas vezes a linha que transpõe essa traição mental à traição fisica, torna-se um abismo dificil de ser transposto. Penso que, talvez o gozo esteja nessa traição mental, porque aí fantasiamos, colorimos a cena, fazemos todos os jogos eróticos possíveis e imaginários e o orgasmo acaba por se dar sem que nada de concreto tenha sido realizado. Quando a fronteira é transposta e a traição é concretizada, surgem os remorsos, a culpa, o corpo trai-nos, e muitas mulheres acabam mesmo por confessar o que fizeram.
Como disse anteriormente, não há regras sem excepções e há mulheres que agem de tal forma que acabam muitas vezes por escandalizar os homens (se é que há alguma coisa nesta vida que seja escandalizável!). O que acontece é que existem ( e não são poucas) aquelas que agem do modo como eu denomino de as "Samanthas" do século XXI.Como se bem se lembram na série o"O Sexo e a Cidade", existem 4 amigas, Carrie (Sarah Jessica Parker) a jornalista conhecida pela sua famosa perspicácia e ironia acutilante e que narra a sua própria história de sexo e amor e as das outras mulheres de Nova Iorque obcecadas pela moda,sexo e homens, e que não desiste ela própria de conquistar o seu Mr Big, até conseguir levá-lo ao altar.Do lote dessas amigas fazem parte Charlotte (Kristin Davis) , que procura ser ´socialite´, boa dona de casa e mãe , Miranda (Cynthia Nixon) que procura conciliar o seu trabalho de advocacia com o de mãe e por fim ,Samantha (Kim Cattrall). De todas essas personagens é com Carrie e Samantha que eu mais simpatizo. Com Carrie, devido ao seu romantismo e crença de que um dia todas as mulheres poderão encontrar o seu Mr Big, o homem im(perfeito) e de Samantha devido à sua capacidade de ter um contínuo desejo sexual por quase todos os homens que se cruzam no seu olhar. Samantha simboliza por isso, a mulher que escolhe quem bem quer, quem a satisfaça sexualmente, é aquela que é capaz de se relacionar com um jovem de 20 anos, fazer com que este se apaixone por ela e no fim rejeitá-lo, simplesmente porque...não se quer casar com ele nem manter uma relação de fidelidade. A mentalidade de Samantha é o de uma mulher que mais do que emancipada em relação aos homens em termos monetários, está emancipada em termos sentimentais, ela age de uma forma livre, despudorada e ao mesmo tempo airosa, ela entra e sai das relações com o mesmo a vontade com que escolhe um ar de sapatos Manolo Blandik, se bem que por vezes esta última escolha seja bem mais difícil de ser realizada!
Entre uma Carrie romântica e perspicaz e uma Samantha ´predadora` de homens, ficamos nós mulheres que as apreciamos e que ao mesmo tempo desejamos não só encontrar o nosso im(perfeito) Mr Big e que este (se possível) nunca nos abandone, seja bem humorado e já agora...seja óptimo na cama!

terça-feira, julho 21, 2009

Rodin - O Beijo


Bebés Super Fixes!!!

Museu Nacional de Arte Antiga











O Museu Nacional de Arte Antiga, está localizado em Lisboa. O Museu está instalado num palácio do século XVII construído para os Condes de Alvor. Este edifício é também chamado de Palácio de Alvor-Pombal.
Em 1770, o Marquês de Pombal adquiriu-o ficando na posse da sua família por mais de um século.
Inaugurado em 1884, com a designação de Museu Nacional de Belas-Artes e Arqueologia, sendo José de Figueiredo responsável pela sua organização e mais tarde nomeado seu primeiro director.
Actualmente o museu é conhecido por Museu das Janelas Verdes, pois é essa a cor das suas janelas. Em 1940 foi construído um anexo, que inclui a fachada principal. Este ocupou o lugar do Convento Carmelita de Santo Alberto, destruído pelo terramoto de 1755.
Factores históricos, durante o período monárquico e o republicano contribuiram para a configuração do aspecto que hoje podemos apreciar nas distintas colecções que integram este Museu. Nesse sentido, destaca-se em 1859 a compra de um importante de um importante grupo de pinturas da Rainha Dona Carlota Joaquina. Dez anos mais tarde, a prodigalidade do mecenas D.Fernando II de Saxe-Coburgo Gotha, marido de D.Maria II, permitiu a progressiva aquisição de um conjunto de mais de 100 pinturas. D.Fernando II , caracterizou-se pela sua grande sensibilidade e pela sua cultura. Envolveu-se em projectos, como a construção do Palácio da Pena, em Sintra, um espetacular exemplo da arquitectura romântica em Portugal.Em finais do século XIX, a chegada de um extenso número (1.500) peças de ourivesaria, joalharia, imagens religiosas, têsteis, mobiliário, cerâmica, etc, implicou uma importante ampliação da colecção de Artes decorativas.Estas obras procediam do encerramento gradual dos conventos femininos ocorrido entre 1886 e 1903. Também, em finais do século XIX, em 1895, foi ampliada a colecção do Museu com as doações que gradualmente iam sendo feitas pelo Conde de Carvalhido.Aproximadamente, uma centena de pinturas vinculadas a diversas escolas. Desde a data da proclamação da República em 1910, foram feitas importantes entregas ao Museu. Cabe destacar algumas obras, como os Painéis de São Vicente de Fora, atribuidos a Nuno Gonçalves e provenientes dos bens confiscados à Igreja; o tríptico das tentações de Santo Antão, de Hyeronimus Bosch, que se encontrava nas colecções Régias, (Real Palácio das Necessidades), assim como obras peninsulares, italianas e flamengas adquiridas por um valor simbólico ao poeta Guerra Junqueiro em 1917.Em 1911, procedeu-se a uma reorganização das colecções, transferindo-se algumas delas para o novo Museu Nacional de Arqueologia e outras para o também recente Museu de Arte Contemporânea, denominado Museu do Chiado desde 1994. Este último acolheu obras que naquela época tinham uma antiguidade máxima de 100 anos. Tendo redestribuido as colecções e adaptado as instalações, o anteriomente denominado Museu nacional de Belas Artes e Arqueologia toma o nome defiinitivo de Museu Nacional de Arte Antiga. É com este nome e com o perfil museológico na altura atribuído, que continua até aos nossos dias.